‘Me sinto agredida e em um tribunal de exceção’, diz Nise Yamaguchi; veja como foi

Médica se queixou de ser classificada como integrante de um gabinete paralelo de assessoramento ao presidente Jair Bolsonaro; aos senadores, ela admitiu a existência de um ‘conselho independente’

  • Por Jovem Pan
  • 01/06/2021 09h40 - Atualizado em 01/06/2021 17h33
Michel Jesus/Câmara dos DeputadosDepoimento abre formalmente o segundo mês de trabalhos da CPI da Covid-19

A CPI da Covid-19 ouve, nesta terça-feira, 1º, a médica Nise Yamaguchi. O depoimento da imunologista abre formalmente o segundo mês de trabalhos da comissão, instalada para apurar as ações e omissões do governo do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia do coronavírus. A oitiva de Yamaguchi atende a requerimentos apresentados pelos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE) e Marcos Rogério (DEM-RO), integrantes da tropa de choque governista no colegiado.

Consultora informal do presidente da República, Nise Yamaguchi foi cotada para assumir o Ministério da Saúde em pelo menos duas ocasiões. A médica é defensora do chamado “tratamento precoce” e do uso da cloroquina e de outros medicamentos do chamado “kit Covid”. Como a Jovem Pan mostrou, embora a imunologista tenha sido apontada como mentora da ideia de alteração da bula da cloroquina, a fim de recomendá-la para o tratamento da doença, o G7, grupo formado pelos sete senadores independentes e de oposição, afirma que este é um “assunto pacificado”. Estes parlamentares, que estão em maioria na comissão, querem avançar sobre o gabinete paralelo, que elaborava políticas públicas de enfrentamento à crise sanitária à margem do Ministério da Saúde. As informações apresentadas pela médica à CPI também serão utilizadas como subsídios para outros depoimentos marcados para o mês de junho. Acompanhe a cobertura ao vivo da Jovem Pan:

17:23 – Omar Aziz encerra a sessão 

O presidente da CPI da Covid-19 encerrou a reunião.

17:07 – ‘Estou sendo colocada em xeque com relação às minhas condutas médicas’, diz Nise 

Nise Yamaguchi voltou a dizer que está sendo desrespeitada pelos senadores da CPI da Covid-19. “Estou sendo colocada em xeque com relação às minhas condutas médicas”, afirmou. O presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM) disse que a médica tem formação acadêmica, mas pontuou que há “charlatões” que prescrevem remédios ineficazes para o tratamento de pessoas infectadas com coronavírus.

16:55 – ‘Mortes por Covid-19 têm a digital do presidente da República’, diz senador

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) disse que o presidente Jair Bolsonaro é um dos principais responsáveis pelas mais de 460 mil mortes causadas pela Covid-19. Para o parlamentar, os óbitos têm a digital de Bolsonaro e do alto escalão do governo federal, uma vez que incentivaram o uso de remédios ineficazes para o tratamento da doença.

16:32 – Nise não apresenta estudo sobre cloroquina publicado em revista científica 

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) questionou se a médica Nise Yamaguchi poderia citar à CPI algum estudo sobre a eficácia da cloroquina que tenha sido publicado em uma revista científica. Ela procurou nas diversas folhas que trouxe à comissão, mas não encontrou. O parlamentar disse que os papéis apresentados são de “pouco valor”. “Espero que um dia a senhora consiga fazer a volta e recobrar a credibilidade”, acrescentou o senador, que é suplente do colegiado.

16:10 – ‘Me sinto agredida e em um tribunal de exceção’, diz Nise Yamaguchi 

Nise Yamaguchi disse, há pouco, ao senador Rogério Carvalho (PT-SE) que se sente “agredida” pela postura dos senadores. Desde o início da sessão, os parlamentares afirmam que a médica integra um gabinete paralelo de assessoramento ao presidente Jair Bolsonaro. “Eu tenho que colocar meu repúdio a situação que estou colocada ali, em um gabinete de exceção. Estou me sentindo aqui bastante agredida neste sentido porque eu estou como colaboradora eventual de várias ações de uma relação direta com a situação clínica dos nossos pacientes e eu gostaria de ter, portanto, senador, a necessária avaliação dessa posição”, afirmou.

15:32 – Nise refuta ‘gabinete paralelo’, mas admite existência de ‘comitê científico independente’

À CPI da Covid-19, Nise Yamaguchi negou a existência do suposto gabinete paralelo ao Ministério da Saúde. Há pouco, porém, admitiu que foi formado um “comitê científico independente”, formado por “um grupo de médicos” que não tinham “vínculos oficiais” com a pasta. “A gente não queria ter vínculos oficiais com o Ministério da Saúde”, disse.

15:15 – Voluntários para tratamento precoce foram recebidos por Arthur Weintraub 

Nise Yamaguchi afirmou que foi montado um conselho médico independente ao Ministério da Saúde formado por 10 mil médicos voluntários. De acordo com a imunologista, estes profissionais participaram de um evento sobre tratamento precoce no Palácio do Planalto e foram recebidos por Arthur Weintraub, ex-assessor da Presidência da República e irmão do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub.

14:51 – Sessão é retomada 

Fala, agora, o senador Jorginho Mello (PL-SC).

14:37 – Sessão é interrompida por 20 minutos 

Omar Aziz suspendeu a sessão por 20 minutos. Na sequência, falará o senador Jorginho Mello (PL-SC), aliado do Palácio do Planalto.

14:00 – ‘Exporia muito o presidente’, disse Nise Yamaguchi sobre decreto para uso da cloroquina

À CPI da Covid-19, Nise Yamaguchi entregou uma ata notarial com o registro de uma troca de mensagens no WhatsApp, com um médico, identificado como Luciano Dias Azevedo, no dia 6 de abril de 2020 – ele é apontado pelos senadores como um integrante do gabinete paralelo que orientava o presidente Jair Bolsonaro à margem do Ministério da Saúde. O documento foi obtido pela Jovem Pan. Na conversa, a imunologista recebe uma minuta de decreto presidencial que versa sobre a distribuição de cloroquina e outros remédios ineficazes para o tratamento do coronavírus “a toda rede de saúde”. Em resposta ao interlocutor, ela afirma: “Oi, Luciano. Este decreto não pode ser feito assim, porque não é assim que regulamenta a pesquisa clínica. Tem normas próprias. Exporia muito o Presidente”.

13:07 – ‘Não fiz defesa do tratamento precoce por causa do presidente Bolsonaro’, diz Nise Yamaguchi

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) afirmou que Nise Yamaguchi defende as mesmas bandeiras do presidente Jair Bolsonaro, como o chamado “tratamento precoce”. Questionada sobre sua influência dentro do governo, a imunologista disse que suas colocações não são feitas por causa do chefe do Executivo federal. “Não fiz essas colocações por causa do presidente. As fiz baseada nos conhecimentos que temos em cada época e em cada momento da ciência. Não tenho grau de influência, exceto pelas minhas colocações que são públicas, acadêmicas e baseadas em dados científicos”, afirmou. A cloroquina é comprovadamente ineficaz.

12:29 – Bolsonaro procurou Nise para tratar sobre cloroquina

Nise Yamaguchi disse ter sido consultada pelo presidente Jair Bolsonaro sobre o uso da cloroquina. De acordo com a médica, no encontro, ela afirmou que “os médicos estavam divididos” acerca da eficácia do medicamento.

12:20 – ‘Nunca fui convidada para ser ministra. Foram ilações’, diz Nise Yamaguchi 

Consultora informal do presidente Jair Bolsonaro, Nise Yamaguchi afirmou que nunca foi convidada para ser ministra da Saúde. “Nunca fui convidada. Foram ilações”. Quando os ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich foram demitidos, a médica imunologista foi cotada para assumir a pasta. Ela confirmou, porém, que se reuniu com Eduardo Pazuello e a secretária Mayra Pinheiro, do Ministério da Saúde, para falar sobre o tratamento precoce.

12:05 – Omar Aziz diz que fará acareação entre Nise e Barra Torres

Presidente da CPI, Omar Aziz disse que fará uma acareação entre Nise Yamaguchi e o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres. Há pouco, a imunologista disse que não houve iniciativa de mudança de bula da cloroquina. Na segunda semana de depoimentos, Barra Torres afirmou que a ideia partiu de Yamaguchi.

12:01 – ‘Não houve iniciativa de mudança na bula da cloroquina’, diz Nise Yamaguchi 

Questionada pelo senador Renan Calheiros, Nise Yamaguchi disse que não houve iniciativa de mudança de bula de cloroquina, a fim de recomendá-la para o tratamento da Covid-19. “Não fiz nenhuma minuta, inclusive, não conhecia esse papel. Depois da reunião [que ocorreu no Palácio do Planalto no dia 6 de abril de 2020], descobri que estavam se referindo a uma minuta”, afirmou. A declaração contradiz o depoimento do diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Tores. À CPI, Barra Torres afirmou que partiu da doutora Nise Yamaguchi a proposta para que houvesse alteração do bulário do fármaco.

11:51 – ‘Houve conspiração política contra a cloroquina’, diz Nise Yamaguchi 

A imunologista Nise Yamaguchi disse que “houve uma conspiração política” contra a cloroquina. “Houve conspiração política, sim. Houve múltiplas ações contra o tratamento precoce no Brasil, várias Procuradorias entraram com ações contra Prefeituras que queriam fazer o tratamento precoce. Houve a perseguição de médicos que prescreviam o medicamento, desrespeitando a autonomia dos médicos”, afirmou. É importante dizer que o tratamento precoce não tem eficácia científica.

11:38 – Senadores discutem sobre depoimento de Nise Yamaguchi 

A senadora Leila Barros (PSB-DF) pede que os parlamentares deixem a doutora Nise Yamaguchi, porque ela não estaria conseguindo concluir um raciocínio. Os senadores Otto Alencar (PSD-BA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirmam que ela está faltando com a verdade. Governista, Marcos Rogério chamou membros da comissão de “arautos da ciência”. Exaltado, Randolfe disse que a CPI não vai permitir que depoentes preguem contra a vacinação no Brasil.

11:32 – Alessandro Vieira pede encerramento da sessão 

Suplente da CPI, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu o encerramento da sessão. Ele alega que Nise Yamaguchi está mentindo e afirma que convite deve ser transformado em convocação – neste caso, ela é obrigada a falar a verdade.

11:28 – ‘A senhora está omitindo muita coisa’, diz Omar Aziz

O senador Omar Aziz, presidente da CPI da Covid, interrompeu o relator, Renan Calheiros, e subiu o tom contra Nise Yamaguchi. “A vacina sempre preveniu. É melhor prevenir do que remediar. Isso é histórico, não é de hoje. A sua voz calma, a forma de falar, convence as pessoas. Infelizmente, o que os seus colegas me falaram [sobre a senhora ser séria e comprometida com a verdade], eu retiro completamente. A senhora está omitindo muita coisa. Estou alertando que será convocada novamente, não mais convidada”, disse Aziz. Antes disso, Calheiros exibiu um vídeo no qual Yamaguchi afirma que “há evidências científicas robustas falando que tratamento precoce salva vidas e, portanto, não é preciso vacinar aleatoriamente a população inteira”.

11:19 – ‘A gente não quer aula, quer que a senhora seja positiva’, diz senador governista 

Aliado do Palácio do Planalto, o senador Jorginho Mello (PL-SC) pediu que a doutora Nise Yamaguchi “seja mais econômica”. “A gente não quer aula, quer que a senhora seja positiva”, acrescentou. “Dispense os floreios. Não dê brecha ao senador Renan ficar insistindo em perguntas que só ele quer”, afirmou Jorginho.

11:17 – Nise afirma que foi convidada para compor comitê de crise interministerial 

Nise Yamaguchi afirmou que fez parte de um um comitê de crise institucional e interministerial, comandado pelo general Walter Braga Netto, à época ministro da Casa Civil, e do qual também fazia parte o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

11:11 – ‘Não sei avaliar’, diz Nise Yamaguchi sobre atraso na compra de vacinas

Questionada sobre o atraso na compra de vacinas, a médica Nise Yamaguchi afirmou que não poderia avaliar as consequências das decisões do governo federal. “Eu não participei das discussões, não sei avaliar”, disse.

11:07 – ‘Nunca conversei sobre vacinas com o presidente’, diz Yamaguchi 

Nise Yamaguchi afirmou que nunca conversou sobre vacinas com o presidente Jair Bolsonaro. Questionado pelo relator, Renan Calheiros, sobre os ataques do chefe do Executivo federal aos imunizantes, a imunologista disse que não opinaria sobre as declarações. “Não estou aqui para apoiar conduta nenhuma de pessoa nenhuma. Opinião a gente não dá. A gente tem que dar evidências científicas”, ponderou. “Não conheço todas as opiniões do presidente da República”, acrescentou.

10:57 – Nise Yamaguchi: ‘Não participo de nenhum gabinete paralelo’

Nise Yamaguchi disse que não agiu fora de seu “papel eventual de consultora” do Ministério da Saúde. “Não participo de nenhum gabinete paralelo. Acredito que o governo é um só. As minhas conversas que ocorrem, com relação à parte técnica do Ministério da Saúde, sempre foram feitas dentro de um ambiente técnico. Na realidade, sempre fui muito bem recebida por todos os governos com quem estive colaborando”, explicou.

10:54 – ‘Nunca discuti imunidade de rebanho com Bolsonaro’, diz Nise Yamaguchi 

Questionada pelo senador Renan Calheiros, Nise Yamaguchi disse que “nunca” discutiu a tese de imunidade de rebanho com o presidente Jair Bolsonaro. “Nunca discuti imunidade de rebanho com ele”. Na sequência, afirmou desconhecer a existência do gabinete paralelo.

10:51 – Imunidade de rebanho causa primeiro bate-boca na sessão 

O senador Renan Calheiros iniciou seus questionamentos com foco na defesa da imunidade de rebanho, bandeira defendida pela doutora Nise Yamaguchi. Ela foi interrompida pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE). Os governistas pediram que a médica fosse ouvida sem interrupções.

10:40 – Renan Calheiros faz apelo a Neymar: ‘Não permita [a Seleção brasileira] entrar em campo nessa Copa América’

Relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) foi mais um a criticar a realização da Copa América no Brasil. O emedebista também fez um apelo a Neymar, estrela da Seleção brasileira. “Neymar, eu quero dirigir uma palavra a você. Não concorde com a realização dessa Copa América no Brasil. Não é esse o campeonato que precisamos disputar. Precisamos disputar o campeonato da vacinação. É esse que precisamos disputar, ganhar, e você precisa marcar gols, para que esse placar seja alterado. No campeonato da vacinação, o Brasil ocupa um dos últimos lugares. Enquanto que, no campeonato da morte, somos campeões, o segundo país em número de mortes. Não permita [a Seleção brasileira] entrar em campo nessa Copa América, enquanto seus amigos e parentes continuando morrendo e a vacina não chega ao nosso país”, disse.

10:28 – “Não estou aqui para defender um governo. Estou aqui para defender o povo brasileiro”, diz Nise Yamaguchi

Em sua exposição inicial, a médica Nise Yamaguchi disse que trabalhou no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas gestões de José Gomes Temporão e de Alexandre Padilha no Ministério da Saúde, e ponderou: “Não estou aqui para defender um governo. Estou aqui para defender o povo brasileiro”. A imunologista defendeu a chamada autonomia médica para prescrever medicamentos. Ela é defensora da cloroquina, remédio ineficaz para o tratamento da Covid-19.

10:26 – Bolsonaro defende Copa América no Brasil: ‘Se depender de mim, haverá’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na saída do Palácio do Alvorada, que é a favor da realização da Copa América no Brasil. “Conversei com todos os ministros interessados e, da nossa parte, positivo [para a Copa América acontecer no Brasil]”, disse. “Se depender de mim e de todos os ministros, e inclusive o da Saúde, haverá. O protocolo é o mesmo da Libertadores e da Sul-americana”, acrescentou. O chefe do Executivo também fez críticas à TV Globo. “A gente está vendo um movimento da Globo contra porque os direitos de transmissão é do SBT. Está havendo a Libertadores, a Sul-americana e ninguém fala nada. É uma pressão da imprensa chamada Globo”, acrescentou, em conversa com apoiadores.

10:13 – Nise Yamaguchi faz sua exposição inicial 

A médica Nise Yamaguchi foi convidada, mas fez o juramento para dizer apenas a verdade durante o seu depoimento. Agora, ela faz sua exposição inicial e poderá falar por até 15 minutos.

10:00 – CPI antecipa depoimento de secretária que ficou 10 dias no Ministério da Saúde 

O senador Omar Aziz (PSD-AM) antecipou o depoimento da infectologista Luana Araújo, que atuou por 10 dias no cargo de secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19. Ela foi escolhida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mas sua nomeação não foi efetivada. Segundo apurou a Jovem Pan, a mudança no calendário faz parte de uma articulação do grupo majoritário da comissão para ouvir, nos próximos dias, o ministro da Saúde. Para os parlamentares, a médica pode fornecer informações que serão utilizadas para confrontar Queiroga em sua segunda oitiva.

09:45 – Senador questiona realização de Copa América no Brasil

O senador Humberto Costa (PT-PE), titular da CPI, pediu a palavra para questionar a realização da Copa América no Brasil, segundo anunciou a Conmebol, confederação que organiza o torneio, nesta segunda-feira, 31. O petista disse que, na iminência de uma terceira onda da pandemia, não faz sentido o Brasil sediar um “campeonato ridículo” neste momento de crise sanitária. Na sequência, o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que não o país não tem o que comemorar. No início da sessão, Aziz citou o fato de o Brasil ter ultrapassado a marca de 463 mil mortes causadas pelo coronavírus.

09:41 – Omar Aziz abre a sessão 

Presidente da CPI da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM) abriu há pouco a sessão desta terça-feira, 1º. A comissão vai ouvir a médica Nise Yamaguchi.