‘Grande contaminação foi a responsável pela crise que enfrentamos’, diz Campêlo; veja como foi

Ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou, em depoimento à CPI da Covid-19, que ‘fez tudo o que era possível’ para evitar o colapso do sistema hospitalar

  • Por Jovem Pan
  • 15/06/2021 09h49 - Atualizado em 15/06/2021 17h34
Divulgação/Governo do AmazonasMarcellus Campêlo foi preso temporariamente no início do mês de junho

A CPI da Covid-19 ouve, nesta terça-feira, 15, o ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo. Alvo da Operação Sangria da Polícia Federal (PF), que apura se funcionários da secretaria da Saúde fizeram contratação fraudulenta para favorecer um grupo de empresários locais para a construção de um hospital de campanha, sob orientação da cúpula do governo do Estado, Campelo chegou a ser preso temporariamente na quarta-feira, 2. Os requerimentos que pediram a convocação do ex-secretário foram apresentados pelos senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Como a Jovem Pan mostrou, os senadores pretendem preencher lacunas deixadas pelos depoimentos do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, do ex-secretário-executivo da pasta Elcio Franco Filho e da secretária de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como capitã cloroquina. Os parlamentares querem esclarecer em quais datas o governo federal foi avisado da iminência da crise. À comissão, Pazuello afirmou que só teve conhecimento da situação na noite do dia 10 de janeiro. A secretária da pasta, porém, apresentou uma versão contraditória: aos membros do colegiado, ela disse que o general do Exército soube da falta de oxigênio no dia 8 de janeiro. Campêlo também será questionado sobre o uso do aplicativo TrateCov, a distribuição de remédios comprovadamente ineficazes para o tratamento da Covid-19 e a relação do governo do Amazonas com a empresa White Martins, fornecedora de oxigênio para o Estado. Acompanhe a transmissão ao vivo da Jovem Pan:

17:32 – Sessão é encerrada

Omar Aziz (PSD-AM) encerrou a sessão desta terça-feira, 15. Na quarta-feira, os senadores vão ouvir o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel.

17:30 – ‘Em nenhum momento eu menti. Falei a verdade’, diz Marcellus Campêlo 

Respondendo à única pergunta feita pelo senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), último inscrito, Marcellus Campêlo disse que “em nenhum momento” mentiu na sessão desta terça-feira, 15. “Falei a verdade em todos os meus pronunciamentos”, afirmou.

17:19 – ‘Faltou planejamento e respeito com as vidas’, diz Leila Barros

A senadora Leila Barros (PSB-DF) citou uma carta enviada para a White Martins no segundo semestre de 2020, na qual a empresa relata dificuldades para suprir a demanda de oxigênio no Amazonas, para afirmar que houve omissão em nível estadual e federal. “Faltou planejamento e respeito com as vidas”, disse a representante da bancada feminina na comissão.

17:08 – Marcellus Campêlo: Não fui contactado por integrantes do governo federal por pressão para revogar decreto de lockdown 

O ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo afirmou que não foi pressionado por nenhum integrante do governo federal para que o Estado revogasse o decreto que instituiu o lockdown. O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) questionou se, caso a CPI da Covid-19 aprove a quebra de seus sigilos telefônico e telemático, haveria contato de algum representante da União, Campêlo foi taxativo: “Não há”. A revogação da medida restritiva foi defendida por parlamentares da base aliada do presidente Jair Bolsonaro, entre eles, Bia Kicis (PSL-DF) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

16:52 – ‘O senhor vai carregar todas essas mortes sozinho?’, questiona senadora

No início de sua fala, a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) lamentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que facultou a presença do governador do Amazonas, Wilson Lima, na CPI da Covid-19 – com a decisão da ministra Rosa Weber, o gestor estadual não compareceu. A parlamentar, então, questionou se o ex-secretário de Saúde iria “carregar todas essas mortes sozinho”, se referindo aos óbitos causados pela escassez de oxigênio no Estado, ou se iria esclarecer e apontar culpados pelo colapso sanitário.

16:47 – ‘Fizemos tudo o que era possível’, diz Marcellus Campêlo 

Questionado pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) sobre quem foram os responsáveis pelo colapso no Amazonas no início do ano, Marcellus Campêlo afirmou que o principal fator foi “a grande contaminação” dos amazonenses. “Fizemos tudo o que era possível”, disse. “Trabalhávamos com a liberdade necessária para agir e propor. Quando saía da nossa alçada, havia um comitê de crise para a tomada de decisão. Eu tomei as decisões que podia para enfrentar uma crise sem precedentes”, acrescentou.

16:28 – Governista critica Natalia Pasternak 

O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) usou uma parte de seu tempo para criticar Natalia Pasternak, que foi ouvida na sexta-feira, 11, na CPI da Covid-19. Para o parlamentar, pelo fato da microbiologista não ser médica, ela não teria competência para falar sobre a ineficácia de medicamentos do “kit Covid”. Aliado do presidente Jair Bolsonaro, Heinze é um ferrenho defensor do inexistente “tratamento precoce”, que, segundo o parlamentar, poderia ter evitado o colapso sanitário no Estado.

16:14 – ‘Única medida não farmacológica que funcionou no Amazonas foi a cadeia’, diz senador

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) questionou por que o Ministério da Saúde enviou uma equipe de médicos a Manaus para defender o chamado “tratamento precoce”, e não as medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras e o distanciamento social, como defendido por Marcellus Campêlo. O ex-secretário de Saúde apenas respondeu que o governo estadual sempre defenderam medidas restritivas. Vieira ironizou: “Única medida farmacológica que funcionou no Amazonas foi a cadeia”. Alvo da Operação Sangria, da Polícia Federal (PF), Campêlo ficou preso por cinco dias.

16:04 – Omar Aziz ironiza fala de senador governista: ‘Precisam decidir se Barroso é bom ou mau ministro’ 

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), utilizou boa parte de seu tempo de fala para fazer uma defesa do governo Bolsonaro e a gestão do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Ele também citou a decisão do ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que barrou a quebra de sigilo de dois ex-servidores do Ministério da Saúde, e afirmou que a prerrogativa não pode servir para fazer “uma devassa” em informações pessoais. Após a fala de Bezerra, o presidente da CPI da Covid-19, Omar Aziz (PSD-AM), reagiu e disse que o governo federal precisa decidir se Barroso é bom ou mau ministro. “Quando manda abrir a CPI, é ruim. Quando interfere a favor do governo, é bom”.

15:30 – Senadores se unem em críticas a Campêlo 

Diferentemente de outros depoimentos, a oitiva de Marcellus Campêlo é marcada por críticas feitas por todos os senadores. Oposicionistas, governistas e independentes estão unidos em críticas à gestão do ex-secretário de Saúde. O Estado do Amazonas foi palco de uma aguda crise no início do ano. Em razão da escassez de oxigênio, diversos pacientes morreram asfixiados. O colapso do sistema funerário também resultou em enterros em valas comuns. Há pouco, o senador Jorginho Mello (PL-SC), aliado do presidente Jair Bolsonaro, disse que a atuação de Campêlo foi “uma lástima”. Além disso, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) afirmou que o governador Wilson Lima (PSC) foi “conivente”.

14:49 – Governista diz que gestão de Campêllo foi ‘uma lástima’ 

O senador Jorginho Mello (PL-SC), integrante da base governista na CPI da Covid-19, disse que a gestão de Marcellus Campêlo à frente da Secretaria de Saúde do Amazonas foi “uma lástima”. O parlamentar também afirmou que houve um descaso das autoridades locais com a população amazonense.

14:07 – Otto Alencar: Casamento de engenheiro como secretário estadual de Saúde e militar como ministro da Saúde causou a tragédia de Manaus

Médico e membro mais velho da CPI da Covid-19, o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que a tragédia de Manaus ocorreu em razão do casamento de um engenheiro como secretário estadual da Saúde e um militar como ministro da Saúde. Ele se refere, respectivamente, a Marcellus Campêlo e Eduardo Pazuello.

13:59 – Pazuello e ‘capitã cloroquina’ lançaram TrateCov em Manaus mesmo sabendo da falta de oxigênio

O ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou, há pouco, que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e a secretária do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”, fizeram o lançamento do aplicativo TrateCov na capital do Estado mesmo sabendo da falta de oxigênio. Segundo relatou aos senadores, Campêlo ligou para Pazuello no dia 7 de janeiro. O evento ocorreu no dia 11 de janeiro.

13:44 – Secretaria de Saúde foi contra revogação de decreto de lockdown no Amazonas

Marcellus Campêlo afirmou que a Secretaria de Saúde do Amazonas foi contra a revogação do decreto que instituiu o lockdown no Estado. O governador voltou atrás após pressão popular, que contou com o apoio de parlamentares da base aliada do governo Bolsonaro, como a deputada Bia Kicis (PSL-DF) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

13:31 – Depoimento é retomado 

Depois de mais de 40 minutos de intervalo, depoimento de Marcellus Campêlo é retomado. Fala, agora, o vice-presidente da CPI da Covid-19, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

12:45 – Sessão é suspensa por 10 minutos

Omar Aziz (PSD-AM) suspendeu a sessão por 10 minutos.

12:32 – White Martins alertava sobre falta de oxigênio em setembro de 2020

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) iniciou seu tempo de fala lendo dois documentos enviados pela White Martins ao governo do Amazonas. Em julho de 2020, a empresa diz, em uma carta, que estava enfrentando dificuldades em razão da demanda do Estado. Em setembro, informou que não suportaria a alta demanda e que teria que decidir atender somente as demandas contratuais. Na sequência, o parlamentar perguntou quantas unidades de usina de oxigênio foram comprados pelo governo estadual. O ex-secretário de Saúde hesitou e não respondeu. “Pelo amor de Deus. Tudo você não sabe. Tudo você não diz”, afirmou. “Estou aqui com a relação de usinas. Nenhuma [compra] feita pelo governo do Estado”, acrescentou. De acordo com o senador, as usinas de oxigênio foram adquiridas pelos municípios.

12:02 – ‘É revoltante o que estamos ouvindo nessa comissão’, diz Eliziane Gama 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), representante da bancada feminina na CPI da Covid-19, criticou o depoimento de Marcellus Campêlo. Em mais de uma ocasião, o ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou que só faltou oxigênio no Estado em dois dias, entre 14 e 15 de janeiro. “É revoltante o que estamos ouvindo nessa comissão”, disse. A parlamentar citou o alinhamento político dos governos estadual e federal e destacou que isto motivou a prescrição de cloroquina e o lançamento do TrateCov no Amazonas. “O Estado do Amazonas foi usado como cobaia, o governador e o presidente estavam alinhados, chegou cloroquina e Tratecov, mas faltou oxigênio, foi criminoso”, acrescentou.

11:55 – Campêlo diz que cloroquina foi enviada ao Amazonas em razão de ‘estoques zerados’

O ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou que a rede pública do Estado não indicava o chamado “tratamento precoce” e explicou que o envio de comprimidos de cloroquina ocorreu porque os estoques estavam zerados. “A hidroxicloroquina é um medicamento que usamos para outras coisas e estávamos com estoques zerados”, disse.

11:46 – Omar Aziz ironiza depoimento de Campêlo: ‘Tenho que trocar essa cadeira’

O senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da Covid-19, ironizou o depoimento do ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo. “Tenho que trocar essa cadeira. É impressionante. Quando sentam aqui as pessoas mudam. Não lembram, não tem tratamento precoce, é inicial. A pessoa senta aqui e muda completamente”, disse.

11:38 – ‘Pedi para sair para não ser acusado de interferir nas apurações’, diz Marcellus Campêlo 

O ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou que pediu para deixar o cargo após o período em que esteve preso para não ser acusado de interferir nas apurações. “Eu pedi para deixar o cargo”, disse. Campêlo foi um dos alvos da Operação Sangria, da Polícia Federal (PF), que apura se funcionários da secretaria da Saúde fizeram contratação fraudulenta para favorecer um grupo de empresários locais para a construção de um hospital de campanha, sob orientação da cúpula do governo do Estado.

11:29 – Campêlo diz que não tem conhecimento de participação do governador do Amazonas em reunião interministerial

Marcellus Campêlo disse ao relator, Renan Calheiros (MDB-AL), que não tem conhecimento da participação do governador do Amazonas, Wilson Lima, em uma reunião interministerial do governo do presidente Jair Bolsonaro. À CPI, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou que possibilidade de intervenção federal na saúde do Estado foi debatida e rejeitada neste encontro.

11:22 – Campêlo diz que falta de oxigênio durou dois dias; Eduardo Braga rebate

O ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou que a falta de oxigênio no Estado durou dois dias, entre 14 e 15 de janeiro. A declaração causou revolta do senador Eduardo Braga (MDB-AM). “Não aguento mais. Pazuello veio e mentiu, Elcio mentiu. E agora o secretario vem mentir”, disse o emedebista. O líder do MDB no Senado pediu que fosse exibido um vídeo com relato de familiares de vítimas em fila para buscar o insumo no dia 26 de janeiro.

11:10 – Campêlo contradiz versão apresentada por Pazuello 

Em seu depoimento à CPI da Covid-19, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello disse que teve conhecimento do problema da falta de oxigênio no Amazonas na noite do dia 10 de janeiro. Nesta terça-feira, 15, Marcellus Campêlo afirmou que ligou para o general do Exército no dia 7 de janeiro. No mesmo dia, por volta das 23h45, o órgão enviou um primeiro ofício ao Ministério da Saúde, no qual solicitavam apoio logístico para suprir a demanda. Segundo o ex-secretário de Saúde do Estado, também foram enviados documentos à pasta nos dias 9, 11, 12 e 13 de janeiro.

11:00 – Campêlo pediu ajuda a Pazuello sobre falta de oxigênio 

O ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo afirmou que ligou para o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello no dia 7 de janeiro para pedir a ajuda sobre a falta de oxigênio no Estado. A secretaria também enviou ofícios ao Ministério da Saúde nos dias 9, 11, 12 e 13 de janeiro. “Não houve resposta, que eu saiba”, disse Campêlo. “A partir do dia 10 da janeiro tratei diretamente com Pazuello”, acrescentou.

10:53 – ‘Quando Vossa Senhoria fala, não parece que o Amazonas viveu o subsolo do inferno’, diz senador

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) interrompeu o ex-secretário de Saúde para questionar as declarações do ex-secretário de Saúde do Amazonas. O emedebista afirmou que não houve “desmonte do setor público”, porque, segundo ele, sequer houve “montagem”. Ele citou o fato de o Estado ter contratado um hospital de campanha privado quando o hospital Delphina Aziz, da rede pública, tinha três andares sem operação. “Pegaram áreas de depósito e transformaram em área de UTI. Não aumentaram em um metro quadrado a área de UTI. Quando Vossa Senhoria fala, parece que o Amazonas não viveu o subsolo do inferno. É preciso começar a falar a verdade”, disse Braga.

10:45 – Secretaria de Saúde foi alertada de crescimento de casos de Covid-19 em setembro de 2020

O ex-secretário de Saúde do Amazonas afirmou que foi alertado, na segunda quinzena de setembro, sobre o crescimento no número de internações na rede privada do Estado. À época, foi elaborado o plano de contingência que previa, como pior cenário, o pico da primeira onda. Em dezembro, percebeu-se “algo diferente”, com aumento de internações e casos mais graves, relatou Campêlo.

10:23 – Mayra Pinheiro foi recebida em 4 de janeiro e insistiu em defesa de tratamento ineficaz

Marcellus Campêlo afirmou, em sua exposição inicial, que a secretária de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, foi recebida no Amazonas no dia 4 de janeiro. De acordo com o ex-secretário de Saúde do Estado, a servidora, conhecida como “capitã cloroquina”, deu “ênfase” no tratamento precoce. “O governador participou dessa reunião. Está tudo registrado pela imprensa. Vimos ênfase da doutora Mayra no tratamento precoce e sobre a disponibilização do TrateCov”, disse.

10:08 – Senadores vão votar quebras de sigilo de farmacêuticas e do empresário Carlos Wizard

Antes do início da sessão, o vice-presidente da CPI da Covid-19, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que a comissão vai vai votar, na quarta-feira, 16, pedidos de quebra de sigilo das farmacêuticas EMS e Apsen e do empresário Carlos Wizard.

10:02 – Marcellus Campêlo inicia sua exposição inicial 

Ex-secretário de Saúde do Amazonas inicia seu depoimento à CPI da Covid-19. Ele terá até 15 minutos para fazer uma exposição. Na sequência, o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), fará as primeiras perguntas da sessão.

09:59 – Convocação de Osmar Terra é transformada em convite 

Omar Aziz informou que a convocação do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) foi transformada em convite. De acordo com o presidente da CPI da Covid-19, a decisão foi tomada após um pedido feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Como convidado, Terra não é obrigado a comparecer nem de prestar juramento de dizer a verdade.

09:50 – Aziz anuncia que negou pedido de Carlos Wizard para realização de depoimento virtual 

Omar Aziz afirmou, há pouco, que negou o pedido feito pelos advogados de Carlos Wizard, convocado para depor na quinta-feira, 17. A defesa do empresário solicitou que o depoimento fosse feito por via remota. Caso ele não compareça, a CPI da Covid-19 deve solicitar a condução coercitiva ou a retenção de seu passaporte. “Se ele não comparecer na quinta, iremos tomar as devidas providências”, disse Aziz.

09:49 – Omar Aziz abre a sessão 

Presidente da CPI da Covid-19, Omar Aziz (PSD-AM), deu início aos trabalhos desta terça-feira, 15.