São Paulo vai alugar scanners corporais para se adequar à lei que proíbe revista íntima
O estado de São Paulo vai alugar scanners corporais para atender a lei que proíbe pessoas de passar por revista íntima na entrada de presídios. As penitenciárias têm detectores de metais incapazes de localizar drogas ou outros entorpecentes e os scanners corporais custam R$ 450 mil cada.
Hoje, quem visita um preso é obrigado até a se despir, o que constrange principalmente mulheres diante de agentes homens. Falando a Thiago Uberreich, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, destacou que a implantação dos aparelhos será feita aos poucos.
*Ouça os detalhes no áudio
O projeto, sancionado pelo governador com regulamentação em seis meses, teve origem na Assembleia Legislativa e não partiu do executivo estadual. O criminalista, conselheiro da OAB de São Paulo, Roberto Delmanto Júnior, avaliou que a proibição é positiva para o sistema prisional brasileiro.
Delmanto Júnior defendeu a compra dos scanners para acabar de vez com o problema. O governo de São Paulo ainda não tem uma estimativa de quanto custa o aluguel dos scanners.
Comentários
Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.