Circunstâncias tornam complicada a ida de Mendes a Portugal com Temer

  • Por Jovem Pan
  • 10/01/2017 08h24
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Brasília - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, participa do lançamento do Siele - Sistema de Informações Eleitorais (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Marcelo Camargo/Agência Brasil Gilmar Mendes - AGBR

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, viajou para Lisboa, em Portugal, junto ao presidente da República, Michel Temer, para o funeral do português Mário Soares.

No TSE tramita, já em fases finais, o processo que julga a cassação da chapa de Dilma Rousseff – a qual Temer era vice. Por isso, há uma situação complicada de ser explicada.

A comentarista Vera Magalhães destaca que é usual que ministros de tribunais superiores saiam em comitiva junto ao presidente da República. No entanto, “a circunstância torna complicada a proximidade”.

“Parece que Portugal tem sido encontro desses tipos de encontros nos últimos tempos. Dilma teve encontro em Portugal com o então presidente do STF, Ricardo Lewandowski, fora da agenda de ambos, pouco tempo antes do impeachment”, lembra Vera.

O Palácio do Planalto alega que não há problema e que Mendes já estaria presente no funeral por uma relação histórica com Mário Soares.

“O problema é que Mendes tem feito críticas pesadas ao comportamento de outros colegas. Então esse tipo de comportamento o torna vidraça, e ele tem sido muito pedra”, destaca Vera Magalhães.

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*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

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