Chico Buarque e Lula: Classe intelectual e artística brasileira rouba e ensina a roubar

Cantor que escreveu versos sobre a liberdade endossa até hoje a ditadura cubana, que mata, persegue, tortura e massacra seu povo

  • Por Adrilles Jorge
  • 24/07/2021 10h00
Fotos Públicas/Ricardo StuckerLula e Chico Buarque assinaram carta no The New York Times contra embargo à Cuba

Há várias formas de se roubar uma pessoa. A propriedade privada se coloca de várias formas. A primeira é a do corpo. Um toque roubado, um beijo roubado, um ato sexual roubado é a conspurcação da propriedade que você tem do seu corpo. A segunda é de suas posses. E tudo é posse. Delimitar um pedaço de terra ou um pedaço de originalidade de consciência te faz um proprietário, um posseiro. Tudo é posse. Posses que eventualmente podem surtir efeitos benéficos para todos que usufruem do mérito. Um pedaço de terra que produz alimento gera comida para outras pessoas. Um livro gera discussão e expansão da consciência para seus leitores. Um casal se possui no amor generoso doado e recebido de um a outro. O sentido da posse é o poder de fazer algo para alguém através de suas posses. Roubar uma posse é roubar a possibilidade de alguém poder fazer algo por alguém. Recentemente, fui roubado. Um celular simples que tinha esboços de poemas, textos e ideias. Tudo perdido. Material que provavelmente não significava nada para o ladrão, mas era minha posse mais profunda e meu poder maior de fazer algo por alguém. De posse apenas da minha impotência e revolta, me lembrei de uma filósofa petista que dizia que o roubo era uma lógica anticapitalista de reapropriação de pobres que eram assaltados pelos ricos. Esta filósofa é também uma ladra. Ladra da consciência coletiva e individual.

O capitalismo é a possibilidade exata de parceria entre quem faz de sua posse um meio de trabalho e ascensão social para outros que também trabalham suas posses e possibilidade de mais posses. Mais: quem mais é roubado por ladrões são os próprios pobres. Ricos são bem protegidos em carros blindados e casas seguras. A maioria da população brasileira, por exemplo, é pobre. A maioria dos pobres não rouba por se vitimizar socialmente. Portanto, toda a filosofia da moça petista é um roubo da capacidade de entender a realidade, um roubo do pensamento. E ela ensina o roubo, como filósofa do avesso da realidade. O roubo da capacidade de raciocínio é uma constante no Brasil. Durante um ano, crianças e adolescentes foram privados da escola, da capacidade de aprender, de ascender intelectualmente e financeiramente através da educação. A razão? O isolacionismo pandêmico. É, há tempos, mais que sabido que crianças são baixíssimos vetores da Covid-19 e que quase não sofrem com a infecção. Ainda assim, foram proibidos de estudar em nome da ”segurança e saúde nacional”. Toda ditadura nasce do apelo em nome da segurança nacional. Por ela, cidadãos são levados a crer que trocarão sua liberdade por segurança e prosperidade. A liberdade se vai e a segurança também. Cidadãos são roubados em sua capacidade de pensar. Depois, quando retomam a consciência, é tarde demais. Mas, para alguns, esta consciência roubada nunca volta.

Chico Buarque, o poeta que cantou versos sobre a liberdade, endossa até hoje a ditadura cubana, que mata, persegue, tortura, massacra seu povo, em nome da lógica do roubo da pensadora petista. Todo capitalismo seria roubo. Toda ditadura socialista seria do povo, segundo a lógica ideopata. Os supostos países onde o capitalismo grassa são os mais prósperos do mundo. Todos os países socialistas são ditaduras sanguinárias e assassinas. Roubaram a consciência de Chico Buarque, que quer roubar a nossa. Chico, o roubado que rouba a capacidade de pensar de seus seguidores, foi roubado por Lula, que roubou centenas de bilhões de reais do povo brasileiro, para distribuir entre propinas a políticos e empresários brasileiros. Lula também endossa a ditadura cubana. Tem como modelo de governo o regime opressor castrista que esmaga sua população. Se não se tornou ditador como Fidel Castro, foi porque faltou tempo e circunstância. Todo este roubo de consciência é endossado, propagado e ensinado pela mídia, por intelectuais e professores, que endossam Chico, Lula, Fidel e Cuba. Professores como a filósofa petista ensinam em escolas. Escolas que agora ainda estão paralisadas. As crianças brasileiras são impedidas de estudar e, quando voltam às escolas, têm sua consciência em enorme medida roubada por professores ladrões da inteligência alheia como a filósofa petista, que lhes diz que Cuba é um país modelo e que o roubo é uma lógica nobre. Todas estas crianças ensinadas por ladrões acabam por perceber Lula como um democrata salvador, Fidel Castro como um humanista, Chico como um iluminado e um presidente que falou em liberdade, como um ditador genocida. A classe intelectual e artística brasileira rouba e ensina a roubar. Não é à toa que uma geração de pessoas quer votar de novo em Lula, o maior ladrão da história da República.

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