Lula mente compulsivamente com a conivência da mídia, do Supremo e de artistas

A mesma imprensa que inventa o genocídio do presidente Bolsonaro fecha os olhos para as mentiras do petista, e até conservadores aristocratas se deixam enganar

  • Por Adrilles Jorge
  • 13/03/2021 10h00
Reprodução/YoutubeLula discursa no Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo

O ex-presidente e ex-presidiário Lula voltou. Sagrado pela politização de um STF que demoniza o combate à corrupção em nome da defesa do establishment e que, por ora, o livrou de uma condenação em mais de três instâncias com fartura de provas, o petista se vê novamente no centro do espectro político. Em seu discurso de volta, fez o que sempre fez melhor: mentir convulsivamente, compulsivamente, patologicamente. Chegou a dizer que a Lava Jato era uma quadrilha; disse que a força-tarefa, e não a corrupção galopante que capitaneou, prejudicou os negócios do país; disse que foi inocentado; disse que Moro é o homem mais mentiroso do Brasil; declarou que o Estado, e não o livre empreendedorismo, é quem gera renda e emprego; disse que a função do pobre é esperar pelo auxílio do Estado, ou seja, esperar por ele, Lula, o pai dos pobres, que rouba e corrompe em nome de um bem maior. Disse quase textualmente que Bolsonaro, sozinho, é o responsável direto pelas mortes da pandemia (mentira favorita da mídia brasileira).

Lula é um mitômano. Mas vai além: além de mentiroso patológico, ele crê na força e bom uso de suas mentiras. Tendo sido o líder do maior esquema de corrupção da história da humanidade, o ex-presidente crê piamente que o que fez foi necessário pra arrumar o país. Também crê que as propinas que recebeu são migalhas diante da generosidade do suposto bem-estar que ele acha ter mergulhado o Brasil. A sociopatia mitômana de Lula é referendada pela sociopatia da esquerda raiz, resumida no esquema revolucionário marxista. Pela ”revolução”, tudo vale: mentir , enganar, ludibriar, corromper. Tudo em nome de um futuro utópico que nunca chega.

Noventa por cento da mídia têm valores de esquerda. Somado ao oportunismo do Judiciário de querer se proteger e perseguir quem combate um sistema atávico de corrupção ao país, além de referendar valores progressistas que não encontram eco em um governo conservador, Lula achou seu berço e terreno ideal. Toda mentira vale em nome de um falso ideal. O ódio ideopata é o chão de Lula. Seu céu é a mentira ideopata que todos acreditam por fanatismo religioso. Nada mais empolgante para um mentiroso contumaz e patológico que ver sua mentira referendada em quase toda a mídia, intelectualidade, Judiciário e classe artística do país. A maior parte da imprensa brasileira, mentindo sobre a atuação de Bolsonaro, que teria cometido um ”genocídio” por isenção de responsabilidade, deu azo à mentira eleitoral de Lula. Ele, Lula, o corrupto que não se assume, enfrentará o assassino e ditador imaginário, Bolsonaro, assim batizado por uma mídia histérica e um Judiciário parcial, que têm no ódio ao atual presidente o alicerce da campanha mentirosa do petista.

O PT sempre foi queridinho pelas redações de jornal. Por uma simples razão: as faculdades de comunicação são um celeiro de jornalistas adestrados e amestrados por cartilhas de esquerda, raiz e identitária. A militância jornalística quase sempre substituiu a investigação e a apuração. A boa vontade da imprensa nacional com o governo petista só se arrefeceu quando houve provas gigantescas e cabais da corrupção das gestões Lula e Dilma, uma corrupção nunca antes vista em lugar algum do mundo ou da história. Ainda assim, Lula nunca foi nem de perto alvo do ódio que o presidente Bolsonaro sofre nas redações e universidades. Razão? Bolsonaro é um homem de direita: truculento, sim, com falhas de gestão e comunicação, mas nunca um ditador ou assassino, como sugerem juízes, intelectuais, artistas e jornalistas. Um homem que se coloca a favor de armas, contra aborto, contra pautas histéricas identitárias que segregam pessoas. Razão: ideologia disseminada em universidades e escolas que criam ódios ideopatas, que preferem uma corrupção graúda em nome de um bem utópico a alguém de quem discorda em pautas ideológicas.

A razão passional e ideológica das redações e universidades que gerem o ódio a Bolsonaro, mentindo sobre sua atuação na pandemia, chamando-o de assassino, são as mesmas que relativizam a corrupção de Lula e endossam sua mentira. O petista sabe de tudo isso. Não por acaso, faz um aceno à Rede Globo e demais parcerias no jornalismo. Faz acenos a companheiros ditatoriais na América Latina que trancaram e oprimiram a população, como Maduro, da Venezuela, e Fernández, na Argentina. Faz acenos a um Judiciário que persegue e prende vozes conservadoras, mas solta criminosos. O discurso mentiroso de campanha está pronto: o real corrupto ”do bem” versus o assassino inventado. Assassino fictício. Referendado pelo Supremo, a mídia, os intelectuais e os artistas. A sociopatia mitômana de Lula tem respaldo em inúmeras camadas da elite brasileira, que se espalham e reverberam como influência em boa parte do povo. Aliados à esquerdopatia militante, liberais limpinhos e conservadores aristocratas também compraram a mentira e agora não encontram um jeito de sair dela. Todos estes foram e são cabos eleitorais da mentira viva de Lula. Não há paraíso maior para um mentiroso do que uma sociedade criada na mentira ideopata, que uma elite ideopata criada na mentira que espalha sua crença mentirosa por entre o povo. Resta saber se o povo vai acreditar.