Povo vai às ruas no 7 de setembro para exigir legalidade e legitimidade, afirma Serrão

Comentaristas do programa 3 em 1, da Jovem Pan, repercutiram a importância do Dia da Independência do Brasil

  • Por Jovem Pan
  • 06/09/2022 18h52 - Atualizado em 06/09/2022 18h54
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RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Manifestações na avenida Paulista Manifestações pelo 7 de setembro vão ocorrer em todo o Brasil, assim como aconteceu em 2021

Atos por todo o país estão programados para acontecer nesta quarta-feira, 7 de setembro, para celebrar o Dia da Independência. A data marca os 200 anos da Independência do Brasil. Inclusive, o presidente e candidato a reeleição Jair Bolsonaro (PL) vai participar de atos em Brasília e em Copacabana, no Rio de Janeiro. “Nesse sete de setembro eu convido as famílias brasileiras a irem às ruas comemorar os 200 anos da nossa independência. Em paz e harmonia vamos saudar a nossa independência. Compareçam, a festa é nossa, do nosso brasil da nossa bandeira verde e amarela”, comenta Bolsonaro. O assunto foi tema no programa 3 em 1, da Jovem Pan, desta terça-feira, 6.

Para o comentarista Jorge Serrão, o povo brasileiro vai às ruas no 7 de setembro para exigir legalidade e legitimidade das leis, além da luta pela liberdade. “Que momento horroroso que nós estamos vivendo. A normalidade está passando longe da nossa realidade atual. Amanhã estaremos celebrando nas ruas o 7 de setembro, 200 anos da nossa independência política de Portugal. Mas também estaremos nas ruas para exigir legalidade, legitimidade das leis e a luta permanente pela liberdade, que vai ser conquistada na ordem. As pessoas que sairão as ruas amanhã estão imbuídas de que nós precisamos relançar neste país a cadeia da legalidade. Cadeia para os bandidos e legalidade para as pessoas de bem. Não dá mais para aturar esse clima. A oposição no Brasil conseguiu o feito de judicializar essa eleição. Eles estão perseguindo os adversários utilizando um instrumento judicial para isso. Nessa eleição, o advogado está mais importante do que o marqueteiro. Isso é uma distorção institucional. É uma distorção civilizatória absurda. Não dá para aceitar isso como algo normal. Nós deveríamos estar aqui discutindo política”, comentou.

Confira a íntegra do programa 3 em 1, da Jovem Pan, desta terça-feira, 6:

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