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Avanço da covid-19 é cada vez mais preocupante nas favelas cariocas

Vista da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro

Mais de 300 casos da covid-19 foram confirmados e cerca de 70 óbitos. Essa é a realidade da doença causada pelo novo coronavírus nas favelas da cidade do Rio de Janeiro. Isso sinaliza uma tremenda preocupação para as autoridades de Saúde.

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Todos sabem que favelas reúnem muita gente vivendo em condições precárias, insalubres e de aglomeração. Nessas regiões é difícil até respeitar a quarentena e o distanciamento social, porque muitas das vezes são varias pessoas vivendo em poucos metros quadrados.

Isso sem falar na falta de infraestrutura, especialmente de água e sabão — essenciais em tempos de pandemia. A precariedade está traduzida em números: são mais de 300 casos confirmados e cerca de 70 mortos até agora. Segundo as próprias autoridades, é enorme a chance de haver subnotifcação.

A campeã de casos e óbitos é a maior favela do Rio de Janeiro e da America Latina: a Rocinha. Lá, onde vivem cerca de 150 mil pessoas, são cerca de 90 casos e 17 óbitos.

Há também grande número de casos em favelas como Maré, Manguinhos e Cidades de Deus — a primeira favela a registrar casos da covid-19.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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