Banco do Brasil promete colaborar na transição para o governo de Lula

Após a proclamação do resultado das urnas, a transição entre os governos tem até 48 horas para começar

  • Por Jovem Pan
  • 01/11/2022 08h48
ALICE VERGUEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO Lula Alckmin O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB)

O Banco do Brasil divulgou em nota que vai facilitar a transição entre os governos. É tradição que as equipes do governo de transição usem a instalação do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, como sede de trabalho. Após a proclamação do resultado das urnas, a transição entre os governos tem até 48 horas para começar. A preparação para a troca de governos entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) é prevista em lei desde 2002. Um gabinete provisório é instalado em Brasília para que a equipe do presidente eleito possa trabalhar. Para isso, Lula precisa enviar um ofício a Bolsonaro e ao seu ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (Progressistas), indicando um nome para coordenar o governo de transição. O indicado ganha o cargo de ministro extraordinário e começa a trabalhar após a autorização do atual presidente e da Casa Civil por meio de decreto. Até 50 integrantes podem fazer parte da equipe de transição, entre servidores públicos ou pessoas fora do governo. Os membros são remunerados pelo Governo Federal e o orçamento reservado é de R$ 3,2 milhões para atividades técnicas e administrativas.

Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Lula disse estar preocupado com a transição entre o governo atual e a futura gestão. A equipe de transição prepara os primeiros atos do futuro governo e exige um trabalho de ambos os lados. Os membros da equipe indicados pelo presidente eleito terão acesso às informações relativas às contas públicas, aos programas e aos projetos do atual Governo Federal, segundo a Constituição.

*Com informações da repórter Marília Sena

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