Consumidores devem estar atentos para não cair em ‘pegadinhas’ da Black Friday

  • Por Jovem Pan
  • 12/11/2018 06h19
Rovena Rosa/ Agência BrasilO supervisor de fiscalização da entidade, Bruno Stroebel, sugeriu que o consumidor registre quais os preços praticados agora

O consumidor que pretende aproveitar as ofertas da Black Friday já deve começar a pesquisa de preços, para não cair em “pegadinhas”.

Em edições anteriores, algumas lojas aumentaram os valores dos produtos faltando poucos dias para o evento e, depois, simularam promoções falsas. No ano passado, a chamada “maquiagem” foi a principal queixa registrada pelo Procon de São Paulo, com mais de duas mil reclamações.

O supervisor de fiscalização da entidade, Bruno Stroebel, sugeriu que o consumidor registre quais os preços praticados agora: “tire foto da página da internet que você acessa e mostre na foto o preço e a data e hora do acesso. Isso vai facilitar quando você fizer essa denúncia”.

Bruno Stroebel ambém recomendou cuidado com as compras em sites estrangeiros. Em todo o país, lojistas já se preparam, reforçando os estoques e organizando a logística de entregas, e esperam resultados ainda melhores nessa edição.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo, a alta nas vendas deve ser de 3%, na comparação com o ano passado.

O economista da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, ressaltou que a Black Friday não é mais um evento de apenas um dia: “a Black Friday começou com a promoçõa de um dia e depois começaram a antecipar na semana e algumas lojas o mês da Black Friday”.

Segundo Marcel Solimeo, as melhores ofertas devem ser nos setores de eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

No site do Procon de São Paulo, o consumidor encontra uma relação de 419 lojas virtuais que devem ser evitadas. A maioria das empresas que aparecem na “lista suja” não entregou os produtos vendidos nem devolveu o dinheiro do cliente. A Black Friday é na sexta-feira da semana que vem, dia 23 de novembro.

*Informações do repórter Vitor Brown