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Equipe de defesa de P. Diddy negocia perdão com Donald Trump, diz advogada

Rapper foi considerado culpado por dois crimes federais relacionados a um esquema de tráfico sexual; sentença final está marcada para o dia 3 de outubro deste ano

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Uma mulher veste uma camiseta com os dizeres “Free Puff” em apoio a Sean “Diddy” Combs, em frente ao tribunal federal em Manhattan
US-CRIME-ENTERTAINMENT-MUSIC-DIDDY TIMOTHY A. CLARY/AFP

A equipe de defesa do rapper Sean “P. Diddy” Combs está em conversas com o governo de Donald Trump para negociar um possível perdão presidencial. A informação foi confirmada por uma das advogadas do artista, Nicole Westmoreland, que admitiu a tentativa de obter clemência para seu cliente. O presidente Trump já estaria considerando a decisão nos últimos dias e chegou a declarar publicamente que não tem certeza se o rapper é “tão culpado assim”.

Sean Combs, um bilionário e influente produtor do cenário musical americano, foi considerado culpado por dois crimes federais relacionados a um esquema de tráfico sexual. As acusações apontam que ele organizava o deslocamento de mulheres para eventos sexuais privados, com o propósito de aliciamento.

Embora tenha sido absolvido de acusações mais graves, como formação de quadrilha e tráfico humano, o rapper permanece detido no Brooklyn, em Nova York, desde setembro de 2024. Recentemente, sua defesa tentou, sem sucesso, uma liberdade provisória com uma fiança de 50 milhões de dólares, que foi negada pela justiça.

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A defesa de P. Diddy acredita que, apesar das críticas passadas do rapper a Trump, o presidente possa reconsiderar o pedido devido à complexidade do caso e à pressão de apoiadores influentes. A sentença final do caso está marcada para o dia 3 de outubro de 2025. A promotoria busca uma pena de três a cinco anos de prisão, embora os crimes pelos quais foi condenado permitam uma sentença de até 20 anos.

*Com informações de Eliseu Caetano

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*Reportagem produzida com auxílio de IA