Justiça do Rio de Janeiro absolve três policiais militares em caso Kathlen Romeu

Morte aconteceu em 2021, quando jovem estava visitando sua avó na Zona Norte do RJ, quando foi baleada

  • Por Jovem Pan
  • 06/08/2025 12h41
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Reprodução / Instagram @eukathlenromeu jovem grávida Kathlen Romeu estava visitando sua avó no Complexo do Lins, uma comunidade na Zona Norte do RJ, quando foi baleada

A Justiça do Rio de Janeiro absolveu três policiais militares da acusação de fraude processual e falso testemunho no caso da morte da designer de interiores Kathlen Romeu. Ocorrido em 2021, o caso gerou grande comoção, pois a jovem estava grávida quando foi atingida por um tiro de fuzil no tórax. Ela estava visitando sua avó no Complexo do Lins, uma comunidade na Zona Norte do RJ, quando foi baleada. A investigação inicial, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, apontou que o tiro teria partido de policiais militares. Segundo as investigações da época, os agentes teriam atirado a esmo e, em seguida, espalhado 12 cápsulas de fuzil no local para forjar um confronto com traficantes, o que não teria ocorrido.

A absolvição dos três policiais – um sargento e dois cabos – ocorreu no âmbito da Justiça Militar, em um processo que apurava especificamente a denúncia de fraude processual. Os policiais absolvidos da acusação de fraude processual são os cabos Rodrigo Frias e Flávio Salviano.

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Apesar da absolvição na esfera militar pela acusação de fraude, o processo referente à morte de Kathlen Romeu continua na Justiça comum. Dois dos policiais absolvidos ainda irão a júri popular, em data a ser marcada, para responder pela morte da designer. Eles são acusados de serem os autores do disparo que vitimou a jovem.

*Com informações de Rodrigo Viga

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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