Exportações de proteína animal têm bom desempenho mesmo após Operação Carne Fraca

  • Por Jovem Pan
  • 12/07/2017 10h35
BRA106. LAPA (BRASIL), 21/03/2017 - Vista general de la línea de producción de la compañía del grupo cárnico JBS Seara en la ciudad de Lapa, estado de Paraná, Brasil, la cual fue inspeccionada por el ministerio de Agricultura de Brasil, Blairo Maggi, hoy martes 21 de marzo de 2017. Según la policía, varias de las principales cárnicas del país, entre ellas JBS y BRF, con la complicidad de fiscales sanitarios corruptos, "maquillaron" con productos químicos carnes que estaban en mal estado y no cumplían con los requisitos para la exportación.EFE/Joédson AlvesO diretor de mercados da entidade, Ricardo Santin, ressaltou que o setor já conseguiu superar a Operação da Polícia Federal

Apesar de queda nas exportações, indústria de proteína animal comemora bom desempenho no primeiro semestre após a Operação Carne Fraca.

As vendas de carne de frango para o exterior tiveram redução de 6,4% no volume, mas apresentaram um aumento de receita de 5,9%.

Em relação aos suínos, a retração no total exportado foi de 2,%, porém, o montante representa um crescimento de 28,5% nto nas receitas.

Segundo a Associação Brasileira da Proteína, a justificativa para o aumento do montante negociado se justifica principalmente pelo ajuste do câmbio.

O presidente da ABPA, Francisco Turra, disse que apesar da desconfiança em relação ao produto brasileiro, o desempenho foi positivo no primeiro semestre: “se nós analisamos o cenário pós Operação carne Fraca, ainda estamos em condições de comemorar”.

Segundo a Associação, as 54 plantas que exportam carne de frango para o exterior, nove estão com os certificados suspensos após a Carne Fraca.

O diretor de mercados da entidade, Ricardo Santin, ressaltou que o setor já conseguiu superar a Operação da Polícia Federal: “a Carne Fraca já está superada. O que não superou é o prejuízo de imagem, que temos que trabalhar de longo prazo”.

A expectativa da ABPA é que a produção e exportação de carne de frango cresça 1% durante o ano de 2017.

Em relação aos suínos, o aumento deve ser de 1,5%, principalmente se México e Coreia do Sul abrirem os mercados para o produto brasileiro.

*Informações do repórter Anderson Costa