Haddad diz que ‘desorganização expressiva’ do MEC preocupa

Ex-ministro da Educação se reuniu nesta terça-feira, 8, com representantes do setor para discutir o futuro do ministério no novo governo

  • Por Jovem Pan
  • 09/11/2022 07h54
Reprodução/Jovem Pan News fernando-haddad-ministerio-da-educacao-mec-evento-sao-paulo-reproducao-jovem-pan-news Ex-ministro da Educação se reuniu com representantes do setor para debater os rumos do MEC

Equipe de transição do governo Lula (PT) tem definido prioridades também para a pasta da Educação em 2023. O ex-ministro Fernando Haddad (PT) se reuniu nesta terça-feira, 8, com representantes do setor para discutir o futuro do MEC. O encontro aconteceu em um hotel na capital paulista e os presentes foram convidados pessoalmente por Haddad para discutir os rumos da Educação no país. O ex-ministro relatou que ainda será feito um encontro posterior com entidades educacionais. “Obviamente o número expressivo de pessoas acabou fazendo com que o rol de preocupações seja extenso. Sobretudo apontando para a questão de alfabetização das crianças, ensino médio profissionalizante, a questão orçamentária e a estrutura interna do MEC foram alguns dos temas reiteradamente sugeridos. Há muita preocupação com a desorganização do Ministério da Educação nos últimos quatro anos, que é bastante expressiva”, declarou Haddad sobre os temas discutidos no encontro.

O economista Henrique Paim, que também foi ministro da Educação, é quem irá coordenar as atividades do tema na equipe de transição do novo governo e destacou que há uma preocupação muito grande com relação aos impactos da pandemia: “Todos estão ansiosos para apresentar seu posicionamento e indicar aquelas ações que são mais importantes para que nós possamos avançar em relação às questões do Ministério da Educação e das políticas educacionais. Diria que a palavra mais ouvida foi a questão da recomposição. Seja a recomposição da aprendizagem, por conta da pandemia. E toda a articulação que está associada à questão dos Estados e municípios, que tem um papel fundamental dentro do que a gente chama de regime de colaboração”.

*Com informações da repórter Camila Yunes

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