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Intervenção de Trump para assumir segurança de Washington é ‘alarmante e sem precedentes’, afirma prefeita

Democrata Muriel Bowser defende que a criminalidade no distrito caiu desde 2023; Segundo o presidente, a ação é uma estratégia de 'tolerância zero' para 'restaurar a ordem e combater o crime' 

Victor Trovão

A prefeita de Washington, DC, Muriel Bowser (centro), discursa sobre a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de federalizar a força policial de Washington e enviar 800 membros da Guarda Nacional para a cidade, no Edifício Wilson, em Washington, DC, EUA, em 11 de agosto de 2025. O presidente dos EUA, Trump, anunciou em uma coletiva de imprensa na Casa Branca o envio de tropas da Guarda Nacional para Washington, DC, alegando que a criminalidade em Washington está "fora de controle", apesar dos crimes violentos no distrito estarem no menor nível em 30 anos. EFE/EPA/JIM LO SCALZO
A prefeita de Washington, DC, Muriel Bowser (centro), discursa sobre a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de federalizar a força policial de Washington e enviar 800 membros da Guarda Nacional para a cidade, no Edifício Wilson, em Washington, DC, EUA, em 11 de agosto de 2025. O presidente dos EUA, Trump, anunciou em uma coletiva de imprensa na Casa Branca o envio de tropas da Guarda Nacional para Washington, DC, alegando que a criminalidade em Washington está "fora de controle", apesar dos crimes violentos no distrito estarem no menor nível em 30 anos. EFE/EPA/JIM LO SCALZO EFE/EPA/JIM LO SCALZO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou uma intervenção federal em Washington D.C., mobilizando cerca de 800 soldados da Guarda Nacional e 850 agentes de diversas agências, como o FBI, para patrulhar a capital do país. Na última quarta-feira (13), a prefeita da cidade, Muriel Bowser, criticou a medida, classificando-a como “alarmante” e “sem precedentes”, acirrando a tensão entre o poder federal e a autonomia local. A operação prevê a federalização da polícia metropolitana por até 30 dias. Segundo o presidente Trump, a ação é uma estratégia de “tolerância zero” necessária para “restaurar a ordem e combater a criminalidade urbana”. Na primeira noite de atuação, mais de 20 pessoas foram presas por crimes que vão de homicídio a tráfico de drogas.

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A prefeita Muriel Bowser e entidades de direitos civis, no entanto, contestam a necessidade da intervenção, apontando que dados oficiais mostram uma queda de 26% nos crimes violentos na cidade neste ano. Críticos afirmam que a medida é exagerada e possui motivação política. O governo americano informou que o objetivo é reforçar a sensação de segurança na capital. A intervenção permanece ativa e pode ser estendida caso receba autorização do Congresso.

*Com informações de Eliseu Caetano 

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

 

 

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