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Reservatórios de São Paulo atingem menor nível desde crise hídrica de 2015

Devido à falta de chuvas neste ano, os sete sistemas registraram média de 40,1% da capacidade; apesar do cenário preocupante, a Sabesp descarta o risco de racionamento

Victor Trovão

REPRESA/BAIXO/VOLUME - GERAL - A represa do Jaguari, em Jacareí (SP), começa a registrar queda no nível de suas águas devido à ausência de chuvas nas últimas semanas. O espelho d?água, que normalmente reflete a paisagem verde e montanhosa da região, já apresenta sinais de retração nas margens. O reservatório, que integra o Sistema Cantareira, é essencial para o abastecimento de milhões de pessoas. Especialistas alertam para a necessidade de monitoramento e uso consciente. 11/08/2025 - Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
REPRESA/BAIXO/VOLUME - GERAL - A represa do Jaguari, em Jacareí (SP), começa a registrar queda no nível de suas águas devido à ausência de chuvas nas últimas semanas. O espelho d?água, que normalmente reflete a paisagem verde e montanhosa da região, já apresenta sinais de retração nas margens. O reservatório, que integra o Sistema Cantareira, é essencial para o abastecimento de milhões de pessoas. Especialistas alertam para a necessidade de monitoramento e uso consciente. 11/08/2025 - Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO LUIS LIMA JR/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O período de tempo seco e quente, conhecido como “veranico”, está impactando diretamente o nível dos reservatórios que abastecem a capital e a Grande São Paulo. Atualmente, o sistema opera com 41,6% de sua capacidade, o pior índice registrado desde a grave crise hídrica de 2015. A situação exige atenção, pois o volume de chuvas em julho foi de apenas 27% da média histórica para o mês, agravando o esvaziamento dos mananciais. Em 2015, no auge da crise, o nível chegou a críticos 11,8%.

Apesar do cenário preocupante, a Sabesp descarta o risco de racionamento. A companhia afirma que as obras de infraestrutura realizadas após a última crise garantem a segurança hídrica para atravessar o período de estiagem. “Embora não haja risco iminente de desabastecimento, o momento reforça a importância do uso consciente da água”, disse a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). 

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Mesmo assim, as autoridades reforçam a necessidade do uso consciente da água. A recomendação é que a população adote medidas de economia, como tomar banhos mais curtos, evitar o uso de mangueiras para lavar calçadas e verificar possíveis vazamentos, a fim de evitar o desperdício.

*Com informações de Marcelo Mattos 

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

 

 

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