‘Cristofobia está se provando verdade a cada dia que passa’, afirma youtuber Bernardo Küster

Para o jornalista, ataque terrorista na basílica de Nice, bem como os demais que aconteceram ao longo do ano na França, provam que Bolsonaro ‘não estava exagerando’ ao abordar o tema em discurso na ONU

  • Por Jovem Pan
  • 29/10/2020 20h49 - Atualizado em 29/10/2020 22h35
Reprodução/Jovem PanBlogueiro bolsonarista e youtuber Bernardo Küster

O youtuber e jornalista Bernardo Küster relembrou nesta quinta-feira, 29, em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, o discurso do presidente Jair Bolsonaro na Organização das Nações Unidas (ONU), em que falou sobre a cristofobia – preconceito contra os cristãos. Para Küster, o ataque terrorista ocorrido nesta quinta na Basílica de Nice, na França, bem como os demais que tem acontecido ao longo do ano no país, provam que o presidente “não estava exagerando”, e que a “cristofobia está se provando verdade a cada dia que passa”. A França sofreu pelo menos três ataques nesta manhã. Além do atentado a faca em Nice, que deixou três mortos – entre eles uma brasileira –, um homem com uma lâmina foi preso na cidade de Lyon e outro foi morto pela polícia após ameaçar pessoas com uma arma em Avignon. O Consulado francês em Jeddah, na Arábia Saudita, também registrou um ataque nesta manhã, onde um guarda de segurança foi ferido.

Além disso, no dia 16 de outubro o professor Samuel Paty foi decapitado na região de Conflans-Sainte-Honorine, a cerca de 30 quilômetros de Paris, após mostrar uma caricatura de Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão. No fim de setembro, pelo menos quatro pessoas ficaram feridas também após um ataque a facas próximo aos escritórios do jornal francês Charlie Hebdo, na capital francesa. Segundo o jornalista, todos esses não são crimes de ódio, mas sim “atos físicos contra cristãos”. Kürster criticou, ainda, a postura do presidente Emmanuel Macron, que está praticamente “no meio de uma batalha perdida”. “O povo francês já cansou disso. Macron sempre teve um discurso fraco e acolhedor, que acolhe os imigrantes e muçulmanos e esquece os franceses. É um grito tardio que eu espero que não seja tarde demais”, disse.

Confira a entrevista na íntegra: