Heinze defende debates sobre tratamento precoce e vacinação na CPI da Covid-19

Senador foi entrevistado no programa ‘Os Pingos Nos Is’ desta terça-feira, 25, e falou sobre expectativas da comissão nos próximos dias

  • Por Jovem Pan
  • 25/05/2021 20h15 - Atualizado em 25/05/2021 22h09
Cleia Viana / Câmara dos DeputadosSenador foi entrevistado pelo programa 'Os Pingos Nos Is'

Entrevistado pelo programa ‘Os Pingos nos Is’, da Jovem Pan, nesta terça-feira, 25, o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) falou sobre os bastidores da CPI da Covid-19 e seus desdobramentos na casa Legislativa. Heinze, que considera a comissão como “política”, afirmou que temas como tratamento precoce e a vacinação são as prioridades dele nos debates dentro da comissão. “Ele já fez o relatório dele, só estamos a cada depoimento que passa fazendo essas constatações. Está mais ou menos definido seu relatório. Amanhã vamos definir os governadores, que nós vínhamos insistindo que governadores e prefeitos têm que ser investigados de acordo com o trabalho que o Ministério Público e a Polícia Federal vêm realizando. Também temos que nos envolver nessa questão”, afirmou. O senador criticou aqueles que “criminalizam” o chamado tratamento precoce, que usa de forma experimental remédios sem comprovação científica para conter a doença.

“Quando o Renan mostra aquele número que ele fala em genocídio, em 450 mil mortes, eu atesto e afirmo que poderíamos ter a metade dos mortos se nós tivéssemos não criminalizado esse tratamento que vem dando certo em vários países do mundo”, opinou, lembrando que não são os senadores, e sim médicos brasileiros que têm se organizado para fazer o chamado “tratamento” da doença em fase inicial e dizendo que essa se tornou uma “guerra da esquerda contra a direita” no mundo inteiro. Como expectativa para os próximos dias, o senador listou a chamada de representantes de Estados e municípios para depor. Entre eles está Carlos Gabas, secretário-executivo do Consórcio Nordeste. “A partir de amanhã devemos ter esses requerimentos e esses governadores ajustados. A sessão não será de oitiva, será de requerimentos”, afirmou.

Confira a íntegra do programa: