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Juíza proíbe Trump de enviar Guarda Nacional a Portland

Justiça de Oregon determina a proibição temporária do envio de forças federais à cidade, atendendo a uma disputa judicial e contrariando a vontade do governo norte-americano

Nicolas Robert

Washington
National Guard and Federal Agents ramp up enforcment operations in nation’s capitol EFE/EPA/ANNA ROSE LAYDEN

Uma decisão judicial emitida por uma juíza federal do estado do Oregon, nos Estados Unidos, proibiu o governo do presidente Donald Trump de enviar tropas da Guarda Nacional para a cidade de Portland. A medida, de caráter temporário, é válida pelo menos até a próxima sexta-feira (7). A decisão foi proferida pela juíza Karen Immergut.

O governo federal argumenta que a mobilização das tropas é necessária para proteger propriedades federais e conter manifestações que, segundo a Casa Branca, estariam fora de controle. No entanto, a magistrada concluiu que não há “provas credíveis” de que os protestos representassem uma emergência que justificasse a mobilização militar. A juíza informou que sua decisão foi baseada em uma análise de mais de 750 provas documentadas e em vários dias de audiências.

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A ordem judicial impede o envio de tropas da Guarda Nacional de qualquer estado norte-americano para Portland até a próxima sexta-feira, dia 7 de novembro, ou até que uma decisão final sobre o caso seja tomada. Este episódio evidencia uma disputa maior nos Estados Unidos sobre os limites entre o poder federal e os poderes estaduais, especialmente no que diz respeito ao uso de forças militares em solo doméstico.

A decisão representa uma derrota momentânea para a estratégia de segurança pública da administração Trump. O caso pode, eventualmente, chegar à Suprema Corte do país.

*Com informações de Eliseu Caetano

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*Reportagem produzida com auxílio de IA