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Planos de saúde passam a cobrir implante hormonal para mulheres

Método é considerado o contraceptivo mais eficaz disponível no mercado, com uma taxa de falha inferior a 0,05%, sendo menor do que o de modalidades como a vasectomia e o DIU hormonal

Fernando Keller

Violência contra médicos cresce 68% em 10 anos e atinge nível recorde no Brasil, aponta CFM
Violência contra médicos cresce 68% em 10 anos e atinge nível recorde no Brasil, aponta CFM Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (1), uma nova regulamentação entra em vigor no Brasil, obrigando os planos de saúde a oferecerem o implante contraceptivo hormonal para mulheres entre 18 e 49 anos. Este método, conhecido como Implanon, é um dispositivo de longa duração que se destaca por sua eficácia. O implante consiste em uma haste flexível inserida sob a pele do braço, em um procedimento realizado no consultório médico com anestesia local. Ele libera diariamente um hormônio que impede a ovulação, prevenindo a gravidez.

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O Implanon é considerado o método contraceptivo mais eficaz disponível no mercado, com uma taxa de falha inferior a 0,05%. Este índice é menor do que o de métodos como a vasectomia e o DIU hormonal. A duração do implante é de até três anos, oferecendo uma opção de longo prazo para as mulheres que optarem por este método. A obrigatoriedade de sua oferta pelos planos de saúde amplia as opções contraceptivas disponíveis, permitindo que mais mulheres tenham acesso a métodos eficazes de controle de natalidade.

Com informações de Danúbia Braga

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*Reportagem produzida com auxílio de IA