JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Pânico | 12h00 - 14h00
Macroeconomia

Custo de vida na Grande São Paulo sobe 0,24% em maio ante abril e 6,01% em um ano, segundo FecomercioSP

Grupo de alimentação e bebidas apresentou a maior variação desde dezembro de 2023, com alta acumulada de 9,04% nos últimos 12 meses

Fernando Keller

inflação no brasil
inflação no brasil EFE/ Isaac Fontana

O custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) avançou 0,24% em maio ante abril e 6,01% em 12 meses, segundo os dados da pesquisa Custo de Vida por Classe Social (CVCS), produzida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações do IBGE. Neste mês, a instituição destaca a inflação persistente na alimentação e o aumento nos remédios e na conta de luz. A alta de 0,24% no custo de vida na Grande São Paulo em maio representa uma leve desaceleração na margem, considerando o avanço de 0,43% em abril de 2025, mas a FecomercioSP diz que não deve ser interpretada como um alívio, pois foi conduzida apenas pelo grupo de transportes, que recuou 0,64%.

“A alta nos itens essenciais, como alimentação, saúde e energia, são preocupantes para as famílias”, diz a FecomercioSP, acrescentando que estima uma tendência de alta a partir de julho. O grupo de alimentação e bebidas apresentou a maior variação desde dezembro de 2023, com alta acumulada de 9,04% nos últimos 12 meses. O impacto foi mais intenso para os lares de menor renda: na classe E, a inflação do grupo superou os 10%, enquanto nas classes B e A, as variações foram de 8,74% e 8,75%, respectivamente.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

O grupo de saúde foi o segundo que mais pressionou a inflação no mês, com avanço de 0,87%. No acumulado do ano, a alta chega a 3,59%, e em 12 meses, a 6,02%. O grupo de habitação, por sua vez, registrou aumento de 0,54%, incentivado pela mudança da bandeira tarifária (de verde para amarela). Por isso, a conta de energia elétrica aumentou 1,8% em maio.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Fernando Dias

[jp-related-posts ids=”2010525,2010506,2010717″]

Assuntos