Ypê irá ressarcir usuários que tiverem produtos suspensos pela Anvisa
A Ypê começou nesta sexta-feira (15) a irá realizar a troca ou ressarcimentos dos produtos do lote 1 que estão suspeitos de contaminação. A decisão foi publicada nas redes sociais horas depois da empresa ter orientados os usuarios a manterem os produtos guardados até que novas análises fossem realizadas. “Em alinhamento com a Anvisa e devido ao foco na satisfação dos nossos consumidores, a Ypê seguirá atendendo em seus canais oficiais todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos.”, escreveu a empresa.
Apesar da decisão, e empresa reiterou que, de acordo com os controles e análises internas realizados pela Ypê, “os produtos são seguros para o consumidor”, mas, ainda assim, “a companhia propôs para a Anvisa apresentar testes realizados por laboratórios independentes autorizados pela agência”.
Para fazer a solicitação, os usuário devem entra no site da empresa, onde foi disponibilizado um formulário em que os usuários podem obter informações sobre os produtos lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido, ou desinfetantes, e gerar um código de confirmação único para você acompanhar seu protocolo.
Nesta sexta, a Anvisa manteve a decisão sobre o recurso da fabricante. O resultado da votação foi de forma unânime. Apesar da decisão, em um post compartilhado nas redes sociais, a empresa garantiu que “os produtos são seguros para o consumidor”.
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Relembre o caso
No último dia 7, a agência determinou o recolhimento e a suspensão da fabricação e da venda de produtos da Ypê cujos lotes terminam com o número 1, englobando categorias de lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes.
A restrição original foi motivada por possível contaminação e pelo descumprimento de normas de Boas Práticas de Fabricação, falhas identificadas durante uma inspeção sanitária conjunta com órgãos do estado e do município de São Paulo.
A Química Amparo, fabricante da Ypê, apresentou um recurso contra a decisão. O apelo garantiu efeito suspensivo automático à punição, o que liberou a comercialização temporária dos itens. Entretanto, com a decisão da Anvisa desta sexta, o recurso não vale mais.
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