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Israel afirma ter matado a maioria dos líderes das forças aeroespaciais da Guarda Revolucionária

De acordo com o exército israelense, Amirali Hajizadeh, um dos comandantes que foi morto, desempenhou um papel central no plano iraniano de 'destruir o Estado judeu'

Victor Trovão

Pessoas entoam slogans durante um protesto contra a onda de ataques israelenses contra o Irã na Praça Enghelab (Revolução), no centro de Teerã, em 13 de junho de 2025. Israel atingiu cerca de 100 alvos no Irã em 13 de junho, incluindo instalações nucleares e centros de comando militar, matando figuras importantes, como o chefe das Forças Armadas e importantes cientistas nucleares. (Foto de ATTA KENARE / AFP)
Pessoas entoam slogans durante um protesto contra a onda de ataques israelenses contra o Irã na Praça Enghelab (Revolução), no centro de Teerã, em 13 de junho de 2025. Israel atingiu cerca de 100 alvos no Irã em 13 de junho, incluindo instalações nucleares e centros de comando militar, matando figuras importantes, como o chefe das Forças Armadas e importantes cientistas nucleares. (Foto de ATTA KENARE / AFP) Foto de ATTA KENARE / AFP

O Ministério da Defesa israelense declarou, nesta sexta-feira (13), que os bombardeios do Exército contra o Irã mataram a maioria dos líderes das forças aeroespaciais da Guarda Revolucionária, a força armada ideológica da República Islâmica. “O ministro da Defesa [Israel Katz] foi informado de que a maioria dos líderes da força aeroespacial da Guarda Revolucionária foi eliminada enquanto se reuniam em seu quartel-general subterrâneo”, incluindo seu comandante, general Amirali Hajizadeh, informou o ministério em um comunicado.

A Guarda Revolucionária confirmou a morte do comandante Hajizadeh e de “um grupo de combatentes valentes e dedicados desta unidade”. O ataque israelense também matou o comandante da força de drones e o chefe do comando aéreo, segundo o comunicado israelense. “A cadeia de comando da força aérea do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica se reuniu em um centro de comando subterrâneo para se preparar para um ataque contra o Estado de Israel”, afirmou.

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“Como parte dos bombardeios iniciais, caças do exército atacaram o centro de comando onde estavam o comandante da Força Aérea [da Guarda], Amir Ali Hajizadeh, e outros funcionários de alto escalão”, acrescentou. Segundo o Exército, Hajizadeh desempenhou um papel central no plano iraniano de “destruir Israel”. As Forças Armadas também declararam que “os dirigentes eliminados lideraram o ataque às instalações petrolíferas da Arábia Saudita em setembro de 2019”. A força aeroespacial da Guarda Revolucionária é responsável por monitorar o espaço aéreo iraniano e controlar o arsenal de mísseis balísticos do país.

*Com informações da AFP 

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