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Macroeconomia

Haddad faz aceno a Hugo Motta e diz que ele está querendo ‘ajudar o Brasil’

Ministro da Fazenda falou que nada poderá deter o Parlamento, caso ele queira aprovar de fato essas medidas estruturantes relativas a gastos públicos

Agência Estado

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Haddad: 'Temos que reconhecer que do ponto de vista de distribuição de renda, pouco se fez' WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou apoio ao presidente da Câmara, Hugo Motta, ao enfatizar a importância de discutir a redução estrutural dos gastos públicos. Em uma reunião realizada no último domingo, Haddad abordou alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), destacando a necessidade de um diálogo mais amplo sobre o tema. “No domingo nós tivemos uma reunião de mais de cinco horas, na casa do grande presidente Hugo Motta, que está querendo ajudar o Brasil. Vejo nele uma pessoa imbuída da melhor iniciativa, da melhor intenção de ajudar o Brasil. Não está preocupado com questões menores, está alçando o debate público ao patamar que ele merece estar. O presidente Hugo Motta nos convidou, na sua presença, para abrir uma negociação com os líderes sobre o tema de despesa primária”, disse Haddad, durante audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Ele veio acompanhado do secretário-executivo da pasta, Dario Durigan.

O ministro falou que nada poderá deter o Parlamento, caso ele queira aprovar de fato essas medidas estruturantes. Mas ele também questionou quando propostas que já foram endereçadas pelo Executivo estarão na mesa de discussão dos parlamentares, como a proposta sobre os super salários e a reforma da previdência dos militares. A participação do ministro ocorre em meio à apresentação das medidas alternativas para o decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

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Haverá uma recalibragem desse decreto, com alteração de alguns parâmetros, como o risco sacado, e uma medida provisória (MP), com a tributação de 5% para títulos atualmente isentos, como as letras de crédito, e uniformização da alíquota de Imposto de Renda para aplicações financeiras em 17,5%.

*Reportagem produzida com auxílio de IA e Estadão Conteúdo
Publicado por Fernando Dias

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