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Guilherme Derrite admite saída antecipada do governo Tarcísio até o fim de 2025

Decisão do secretário de Segurança Pública de SP, que ainda está sendo avaliada, visa retomar seu mandato como deputado federal e iniciar a preparação para a eleição ao Senado no próximo ano

Victor Trovão

Coletiva de imprensa na sede do Copom sobre o caso Gritzbach e Cerimônia troca de comando da GCM
Coletiva de imprensa na sede do Copom sobre o caso Gritzbach e Cerimônia troca de comando da GCM RAUL LUCIANO/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, anunciou no último domingo (08) a possibilidade de deixar o governo de Tarcísio de Freitas para retornar ao cargo de deputado federal. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Derrite esclareceu que a decisão ainda está em fase de avaliação e enfatizou que não se trata de uma ruptura política, mas sim de um possível retorno às suas atividades legislativas. Ele mencionou que a saída seria antecipada, mas que ainda não há uma definição concreta sobre o assunto.

Durante um evento realizado no último fim de semana, o secretário também expressou seu apoio ao retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro à disputa presidencial em 2026, apesar de sua inelegibilidade atual. Guilherme Derrite sugeriu que a direita se unisse em torno de um nome de consenso, mencionando possíveis candidatos como Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior, Eduardo Bolsonaro e Michele Bolsonaro. Essa declaração reflete a busca por uma estratégia unificada dentro do espectro político conservador.

Em resposta às especulações sobre a saída de Guilherme Derrite, o governo do estado de São Paulo, por meio de uma nota oficial, afirmou que não há previsão de mudança na gestão da Secretaria de Segurança Pública. O prazo para o afastamento de secretários interessados em disputar as eleições de 2026 ocorre apenas em abril do próximo ano. A nota destacou que, sob a liderança de De Rit, a política de segurança pública tem apresentado resultados concretos, com quedas históricas nos índices de criminalidade, como homicídios e roubos.

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No cenário político nacional, ainda não há consenso na direita sobre quem deve liderar a corrida presidencial no próximo pleito. Diversas lideranças e siglas do espectro conservador já sinalizaram a intenção de lançar candidaturas próprias, o que pode fragmentar o campo político. Entre os nomes cogitados para a disputa presidencial está o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que defende a estratégia de candidaturas múltiplas da direita nas eleições de 2026. Enquanto isso, Jair Bolsonaro mantém silêncio sobre qual nome deve apoiar, e Tarcísio de Freitas reafirma sua lealdade ao ex-presidente, priorizando a reeleição ao governo de São Paulo.

*Com informações de Valéria Luizette 

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*Reportagem produzida com auxílio de IA