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Política

Moraes rejeita pedido para suspenser depoimentos de reús na ação de tentativa de golpe

Núcleo 1 da ação penal é composto por oito réus, entre eles se destacam figuras proeminentes da política brasileira. Jair Bolsonaro, ex-presidente da República, e Walter Braga Netto, que foi general do Exército e ministro

Agência Brasil

Alexandre de Moraes
54412031804_bbeee7bae3_k Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido da defesa do general Braga Netto para interromper os interrogatórios dos acusados na ação penal relacionada ao núcleo 1 da tentativa de golpe. Os depoimentos estão agendados para começar na próxima segunda-feira, dia 9. A defesa argumentou que Braga Netto não teve acesso completo às provas, mas Moraes considerou que não há base legal para a suspensão. Desde dezembro do ano passado, o general está detido sob a acusação de ter dificultado a investigação sobre a tentativa de golpe que visava impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os réus enfrentam sérias acusações, incluindo organização criminosa armada e tentativa de derrubar violentamente o Estado Democrático de Direito.

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O núcleo 1 da ação penal é composto por oito réus, entre eles se destacam figuras proeminentes da política brasileira. Jair Bolsonaro, ex-presidente da República, e Walter Braga Netto, que foi general do Exército e ministro, estão entre os acusados. Outros nomes notáveis incluem o general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, e Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Além deles, a lista de réus conta com Anderson Torres, que foi ministro da Justiça, e Almir Garnier, ex-comandante da Marinha. Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa, também é parte do grupo. Por fim, Mauro Cid, que atuou como ajudante de ordens de Bolsonaro e é delator, completa a relação dos acusados.

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Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio de IA