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George Santos, ex-deputado dos EUA filho de imigrantes brasileiros, é condenado a 7 anos de prisão por fraude

Político se declarou culpado e reconheceu sua participação em diversas atividades ilícitas, incluindo lavagem de dinheiro e recebimento fraudulento de benefícios de desemprego

Redação

O ex-congressista republicano de Nova York, George Santos, fala com a imprensa após sair do Tribunal Federal em Central Islip
Former New York Congressman George Santos appears at Federal Court PETER FOLEY/EFE/EPA

George Santos, ex-deputado americano de origem brasileira, foi sentenciado a sete anos de prisão por crimes de fraude eletrônica e roubo de identidade qualificado. O político se declarou culpado e reconheceu sua participação em diversas atividades ilícitas, incluindo lavagem de dinheiro e mentiras dirigidas ao Congresso. A juíza Joanna Seybert acatou a solicitação dos promotores, que pediam uma pena de 87 meses.

Após ser alvo de várias acusações, Santos teve seu mandato cassado e foi rotulado pelos promotores do Distrito Leste de Nova York como um vigarista sem arrependimento que retornou repetidamente ao estilo de vida criminoso, tornando-se mais audacioso com o passar dos anos. Embora tenha demonstrado arrependimento durante a audiência, suas ações nas redes sociais revelam uma postura contraditória. “Suas ações falam mais alto do que quaisquer palavras, e clamam por uma sentença significativa de prisão neste caso”, escreveram os promotores em um memorando suplementar.

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Santos, que é filho de imigrantes brasileiros, falsificou sua história familiar, afirmando ser descendente de judeus sobreviventes do Holocausto que fugiram da barbárie nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo a promotoria, o ex-deputado enganou doadores de sua campanha ao transferir dinheiro para sua própria conta e usá-lo para pagar dívidas pessoais, comprar roupas de grife ou fazer pagamentos com os cartões de crédito de seus próprios apoiadores sem autorização. Ele também é acusado de receber benefícios de desemprego aos quais não tinha direito durante a pandemia de coronavírus, antes de sua eleição.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA