Cobertura onde Elize Matsunaga matou o marido é colocada à venda por R$ 2,8 milhões
A cobertura triplex onde Elize Matsunaga matou e esquartejou o marido, o empresário Marcos Matsunaga, foi colocada à venda em São Paulo por R$ 2,8 milhões. O imóvel, localizado na Vila Leopoldina, na zona oeste da capital paulista, passou anos no centro de uma disputa judicial envolvendo a família Matsunaga e agora está disponível para compra.
Com 340 metros quadrados, a cobertura contém:
- Cinco suítes;
- Quatro vagas de garagem;
- Piscina privativa;
- Churrasqueira;
- Banheira de hidromassagem;
- Lareira;
- Escritório;
- Adega climatizada;
- Sauna seca com sala de descanso;
- Duas varandas;
- Área de serviço.

Segundo o anúncio publicado pela plataforma imobiliária Quinto Andar, o apartamento também conta com armários planejados, ar-condicionado, closet e vista panorâmica da zona oeste da cidade.
O condomínio tem piscina e churrasqueira de uso comum. De acordo com o anúncio, o imóvel fica próximo ao Parque Villa-Lobos e ao Ginásio SESI Leopoldina. O condomínio mensal é de R$ 6.087, enquanto o IPTU anual é de aproximadamente R$ 19,3 mil, dividido em 12 parcelas.

Relembre o crime
O apartamento ficou conhecido em todo o país após o crime ocorrido em maio de 2012. Na ocasião, Marcos Matsunaga, herdeiro das indústrias Yoki, foi morto dentro da cobertura. Segundo a investigação e a confissão de Elize Matsunaga, ela atirou na cabeça do marido. Em seguida, levou o corpo para um dos quartos do imóvel, onde o esquartejou.
Depois do crime, os restos mortais de Marcos foram colocados em malas e abandonados em diferentes pontos de uma área de mata no município de Cotia, na Grande São Paulo. A investigação da polícia levou à prisão de Elize, que confessou o homicídio.
Em 2016, Elize Matsunaga foi condenada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Posteriormente, o Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu a pena para 16 anos, 3 meses e 3 dias de prisão.
Atualmente, ela cumpre o restante da pena em regime aberto e vive no interior de São Paulo, onde trabalha com a venda de roupas para animais de estimação.
A filha do casal, Helena, ficou sob a guarda dos avós paternos após o crime. A Justiça também determinou que Elize não mantenha contato com a jovem. Uma eventual reaproximação dependerá exclusivamente da decisão da filha quando atingir a maioridade.
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