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Política

‘Urna eletrônica é tão competente que não aceita voto de argentina e americano’, diz Alckmin

Segundo o vice-presidente, quem não acredita no voto popula nem devia ser candidato a presidente

Sarah Américo

Geraldo Alckmin
Geraldo Alckmin ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O vice-presidente Geraldo Alckmin criticou neste domingo (02) a desconfinaça sobre as urnas eletrônicas. Segundo o ex-ministro, o sistema de votação é tão eficiente que não aceita interferência externa e quem não acredita no voto popular nem devia ser candidato a presidente.

“Descrença na urna é cheiro, fumaça de derrota. Urna eletrônica é tão competente que não aceita voto da argentina e americano”, disse o ex-ministro.

A declaração foi dada durante convenção do PT, realizada na Zona Norte de São Paulo, que oficializou Lula na corrida à Presidência, em busca do quarto mandato, e Alckmin como vice-presidente.

Durante sua fala, que antecedeu a do presidente Lula, Alckmin destacou que sempre admirou duas características do PT: militância e democracia. “Partido sem militância pode ser procissão de fé, catálogo de boas intenções e o que faz a diferença é a militância, é o time.”, disse o vice-presidente, que também fez ataque a oposição.

“Há quatro anos estivemos aqui para salvar a democracia que estava em risco. Se os adversários perdendo as eleições tentaram golpe de estado e tinham como projeto matar aqueles que foram eleitos pelo povo, imagina se tivessem ganhado as eleições”, disse Alckmin.

Lula candidato

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi oficializado neste domingo (02) candidato à Presidência do Brasil. O atual mandatário, que tem 80 anos, vai em busca da reeleição e busca chegar ao seu quarto mandato. Ele já foi eleito em 2002, 2006 e 2022. O lançamento da candidatura de Lula foi anunciado por Edinho Silva, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), que também anunciou o Geraldo Alckmin como vice-presidente.

anúncio de Alckmin como vice já tinha sido realizado no dia 29 de julho. A confirmação aconteceu durante convenção do partido em Brasília, que contou com a presença de presidentes de partidos aliados, parlamentares e líderes nacionais do PSB. O presidente Lula também participou do evento.