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Macroeconomia

Setor de serviços no Brasil registra o menor nível desde 2023, aponta IBGE

Relatório divulgado pela PMS revelou uma queda de 0,9% em novembro; São Paulo e Paraná lideram as perdas, com recuos de 0,9% e 2,9%, respectivamente

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toa-heftiba-6bKpHAun4d8-unsplash Toa Heftiba/Unsplash

O setor de serviços no Brasil apresentou uma queda de 0,9% em novembro, alcançando o menor patamar desde abril de 2023, de acordo com a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (15). Apesar desse recuo, o volume de serviços ainda se mostra 16,9% superior ao registrado em fevereiro de 2020, antes da pandemia. Esse resultado segue um crescimento de 1,4% observado em outubro. As áreas que mais contribuíram para a diminuição foram transportes, com uma queda de 2,7%, e serviços profissionais, administrativos e complementares, que recuaram 2,6%. Por outro lado, alguns segmentos mostraram desempenho positivo, como informação e comunicação, que cresceu 1%, além de outros serviços e serviços prestados às famílias, que aumentaram 1,8% e 1,7%, respectivamente.

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Esses dados indicam uma recuperação em certas áreas, mesmo diante da queda geral do setor. Comparando com novembro de 2023, o volume de serviços teve um crescimento de 2,9%, acumulando um aumento de 3,2% ao longo do ano. O setor de informação e comunicação foi o que mais se destacou, apresentando um crescimento de 6,6%. No entanto, 18 das 27 unidades da Federação registraram queda no volume de serviços, com São Paulo e Paraná liderando as perdas, com recuos de 0,9% e 2,9%, respectivamente. Em contrapartida, Minas Gerais e Alagoas mostraram resultados positivos, com aumentos de 0,9% e 4,2%.

Além disso, o índice de atividades turísticas também apresentou uma queda de 1,8% em novembro, após um crescimento significativo de 5,5% nos meses de setembro e outubro. O transporte de passageiros foi um dos segmentos mais afetados, com uma retração de 3,4%, enquanto o transporte de cargas teve uma diminuição de 1,4%. Apesar das quedas, ambos os segmentos ainda se encontram acima dos níveis que eram observados antes da pandemia.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira

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