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Presidente da Coreia do Sul anuncia que vai suspender a lei marcial

'Acataremos o pedido da Assembleia Nacional e suspenderemos a lei marcial em uma reunião de gabinete', declarou Yoon Suk Yeol em um discurso transmitido pela televisão

ia samy

o presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol fazendo um discurso para declarar lei marcial em Seul
o presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol fazendo um discurso para declarar lei marcial em Seul Gabinete Presidencial da Coreia do Sul / AFP

O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, anunciou na madrugada desta quarta-feira (4, tarde de terça-feira em Brasília) que irá suspender a lei marcial. A decisão foi tomada após o Legislativo se manifestar contra a medida decretada horas antes pelo mandatário, que alegou ser necessária para proteger o país das “forças comunistas” da Coreia do Norte.

“Há pouco, a Assembleia Nacional pediu a revogação do estado de emergência, e retiramos os militares destacados para as operações da lei marcial. Acataremos o pedido da Assembleia Nacional e suspenderemos a lei marcial em uma reunião de gabinete”, declarou Yoon em um discurso transmitido pela televisão.

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A medida proibia atividades políticas e estabelecia o controle da imprensa e foi criticada amplamente pelos parlamentares, que acusaram Yoon de agir ilegalmente. Nas ruas, manifestantes pedem a renúncia e prisão do presidente sul-coreano. A situação na Coreia do Sul também gerou preocupação internacionalmente.

Os Estados Unidos expressam “grande preocupação” com a Coreia do Sul depois que o presidente Yoon Suk Yeol declarou a lei marcial, e disse que esperam que a situação se resolva respeitando o “Estado de direito”, declarou o vice-secretário de Estado, Kurt Campbell. “Seguimos os recentes acontecimentos na República da Coreia com grande preocupação” e esperamos que “qualquer disputa política se resolva pacificamente e de acordo com o Estado de direito”, disse Campbell.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Carol Santos