JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Jornal da Manhã – 1ª Edição | 05h00 - 07h00
Mundo

Líbano se prepara para aumentar presença militar no sul diante de ameaças de Israel

Primeiro-ministro libanês, Najib Mikati sugeriu que o país poderia desempenhar um papel de mediador da paz na região de fronteira e criticou as ações do governo israelense, que continua a realizar ataques

ia samy

O primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, declarou que o governo está preparado para aumentar a presença militar no sul do Líbano assim que um cessar-fogo for estabelecido por Israel. Ele sugeriu que o país poderia desempenhar um papel de mediador na paz na região de fronteira, onde os confrontos entre Israel e o Hezbollah têm se intensificado. Atualmente, há cerca de 4,5 mil soldados libaneses na área, com planos de elevar esse número para entre 7 mil e 11 mil. Mikati criticou as ações do governo israelense, que continua a realizar ataques no território libanês sob a justificativa de eliminar a ameaça representada pelo Hezbollah.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

O grupo xiita, por sua vez, afirmou ter lançado foguetes em direção à cidade de Haifa como resposta aos bombardeios israelenses. O Conselho de Segurança da ONU havia determinado que o sul do Líbano deveria ser desprovido de grupos armados, mas Israel insiste em suas ofensivas, alegando que está reagindo a ações do Hezbollah. A crise humanitária no Líbano se agrava, com o governo local estimando que mais de 2,3 mil pessoas perderam a vida em ataques israelenses no último ano, além de 1,2 milhão de deslocados. A Agência de Refugiados da ONU relatou que mais de 25% da população libanesa está sob ordens de evacuação emitidas por Israel, o que intensifica a preocupação com a segurança e o bem-estar da população.

Naim Qasem, o número dois do Hezbollah, mencionou a possibilidade de um cessar-fogo, afirmando que a resistência do grupo não será derrotada. Em contrapartida, as autoridades israelenses, lideradas pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, não demonstram sinais de recuo no conflito, prometendo continuar os bombardeios contra posições do Hezbollah “sem piedade”. Além disso, Mikati expressou a preocupação do governo em manter o funcionamento do aeroporto de Beirute, implementando novas medidas de segurança para evitar que Israel encontre justificativas para atacar essa infraestrutura vital.

*Reportagem produzida com auxílio de IA e AFP
Publicado por Fernando Dias

[jp-related-posts ids=”1748891,1749149,1749106″]