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FBI assume investigação, confirma que Trump sofreu uma tentativa de assassinato, mas não identifica atirador

Autor de ataque, que usou um fuzil AR-15, foi morto pelo Serviço Secreto após efetuar disparos, mas sua identidade permanece incógnita; federais se surpreenderam com quantidade de tiros

Felipe Cerqueira

O FBI assumiu as investigações pelo atentado contra Donald Trump em um comício na Pensilvânia neste sábado (13) e classificou o episódio como uma tentativa de assassinato. O agente especial do FBI Kevin Rojek declarou que foi “surpreendente” o atirador ter conseguido disparar várias vezes, destacando que questões sobre a segurança do evento deveriam ser dirigidas ao Serviço Secreto, responsável pela avaliação e implementação das medidas de segurança. O tenente-coronel da Polícia Estadual da Pensilvânia, George Bivens, mencionou que as autoridades não descartam a possibilidade de que o ataque tenha sido realizado por mais de um indivíduo. Ele pediu à população que compartilhe vídeos e fotos do incidente para auxiliar nas investigações. O atirador, que usou um fuzil AR-15 no ataque contra Trump, foi morto pelo Serviço Secreto dos EUA.

Apesar da gravidade do incidente, o FBI ainda não conseguiu identificar o atirador ou determinar o motivo do ataque. Rojek afirmou que a identificação do suspeito está próxima e que mais informações serão divulgadas assim que houver confirmação total. Além disso, ele enfatizou que não havia qualquer ameaça conhecida antes do evento. Três apoiadores do ex-presidente foram baleados, sendo que um morreu e dois estão em estado crítico. O FBI informou que as vítimas foram identificadas, mas os nomes ainda não foram divulgados, pois as famílias ainda não foram completamente notificadas.

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O deputado Ronny Jackson (R-Tex.) relatou que seu sobrinho foi ferido de raspão no pescoço durante o ataque, mas disse que ele estpa fora de perigo. As autoridades elogiaram a “rápida e heroica” resposta das forças de segurança, que agiram prontamente para neutralizar a ameaça e prestar socorro às vítimas. A investigação continua com o apoio de diversas agências para garantir que todas as pistas sejam seguidas e que a segurança do país seja mantida.

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