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Macroeconomia

FMI manifesta apoio à reforma de Milei que prevê 12 horas de trabalho

Organismo internacional também endossou o projeto de lei de reforma trabalhista em debate no Congresso, afirmando que ele visa 'reduzir a informalidade e, muito importante, sustentar a criação de empregos'

Sarah Américo

Fundo Monetário Internacional (FMI)
Cartazes são exibidos no local das reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Grupo Banco Mundial, em Washington, DC, EUA, 21 de outubro de 2024. As Reuniões Anuais de 2024 do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Grupo Banco Mundial (GBM) ocorrerão de 21 a 26 de outubro em Washington EFE/EPA/ANNABELLE GORDON

O Fundo Monetário Internacional manifestou apoio à reforma trabalhista na Argentina e defendeu a transparência dos sistemas estatísticos do país, ressaltando que o fundo está profundamente comprometido com as autoridades em seus esforços para continuar salvaguardando a qualidade e precisão dos dados.

“Em nossas discussões com as autoridades argentinas, concordamos que ter dados oportunos, confiáveis, de alta qualidade e imparciais é essencial para a formulação de políticas sólidas e para a confiança pública”, salientou a porta-voz do FMI, Julie Kozack, em coletiva nesta quinta-feira (19) em Washington.

O organismo internacional também endossou o projeto de lei de reforma trabalhista em debate no Congresso, afirmando que ele visa “reduzir a informalidade e, muito importante, sustentar a criação de empregos”.

O Fundo Monetário Internacional afirmou na quinta-feira que a acumulação contínua de reservas pela Argentina é essencial para garantir o acesso duradouro aos mercados de crédito privados, disse. Comentários ocorrem após o banco central ter comprado mais de US$ 2 bilhões em moeda estrangeira desde o início de 2026, segundo a Reuters.

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*Estadão Conteúdo