Netanyahu diz que acusação sobre genocídio é ‘falsa e escandalosa’
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, classificou a decisão do Tribunal da Haia sobre o genocídio israelense na Faixa de Gaza como escandalosa e falsa, mas celebrou o fato dela não mencionar uma cessação imediata das hostilidades no enclave palestino. “Como todos os países, Israel tem o direito básico à autodefesa. O tribunal de Haia rechaçou corretamente a escandalosa exigência de nos privar deste direito”, disse Netanyahu após conhecer a decisão da CIJ sobre as medidas provisórias recorrentes pela África do Sul. “A tentativa de negar a Israel este direito fundamental à autodefesa é uma discriminação flagrante contra o Estado Judeu e foi justificadamente rejeitada”, acrescentou Netanyahu, que frisou o “compromisso inabalável” de Israel com o direito internacional. Nesse sentido, assegurou que Israel continuará a defender-se do Hamas, o que define como uma “organização terrorista e genocida”. “Nunca mais”, bradou Netanyahu, repetindo o lema do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, que é lembrado amanhã.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Netanyahu, que está em guerra com o Hamas desde o dia 7 de outubro, quando o grupo palestino invadiu o país e matou cerca de 1.200 pessoas, disse que a guerra é contra os terroristas do Hamas, não contra o civis palestinos. O primeiro-ministro também expressou o compromisso de Israel em facilitar a assistência humanitária à Faixa de Gaza, onde mais de 26 mil pessoas morreram em 111 dias de guerra, segundo as autoridades do enclave, e em manter os civis fora de perigo, ao mesmo tempo que acusou o Hamas de usar estes como escudos humanos. “Estamos travando uma guerra justa e continuaremos até a vitória total, até vencermos”, insistiu. Na decisão apresentada nesta sexta-feira, 26, Haia também exigiu que Israel permita entrada de ajuda humanitária no enclave palestino.
[jp-related-posts ids=”1532886,1532697″]
Assuntos
continue lendo
Mundo
Israel ataca Gaza no aniversário do 7 de Outubro e mata três pessoas
O som das explosões em Gaza foi ouvido do outro lado da fronteira, no local onde familiares se reuniam para homenagear as mais de 300 pessoas mortas há três anos
- Rússia nega 2º contágio em caso suspeito de peste após morte de laboratorista Estadão Conteúdo · há 2 horas
- Christa Pike volta a caminhar após sobreviver à tentativa de execução nos EUA Jovem Pan · há 3 horas
- Escritora canadense Anne Carson vence o Nobel de Literatura 2026 AFP · há 4 horas
- Ataque russo a ônibus com civis deixa 30 mortos na Ucrânia AFP · há 5 horas