Nova reforma ministerial levará em conta desempenho dos ministros e ampliação do apoio no Congresso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja uma reforma ministerial ampla para este segundo ano de mandato. Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que a reestruturação levará em conta o desempenho dos ministros, a participação deles nas eleições municipais e a possibilidade de ampliar apoios no Parlamento com as substituições. Ainda não há uma previsão de quando as trocas, demissões e novas nomeações devem acontecer, uma vez que cabe ainda ao chefe do Executivo a nomeação do substituto de Flávio Dino (PSB-MA) para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em dezembro, o político maranhense foi aprovado pelo Senado Federal para assumir a cadeira deixada pela ministra aposentada Rosa Weber no STF (Supremo Tribunal Federal).
Apesar da falta de previsões, há especulações sobre possíveis nomes que podem integrar o futuro quadro da Esplanada dos Ministérios. Entre eles, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, é cotada para assumir o Ministério do Desenvolvimento Social ou a Secretaria-Geral da Presidência. Para a vaga de Dino, o principal cotado é o ministro aposentado Ricardo Lewandowski. Além disso, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, e o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, também correm o risco de perderem seus cargos na reforma ministerial.
[jp-related-posts ids=”1516825,1516860″]
Assuntos
continue lendo
Política
Lula comenta fuga de Flávio: ‘Brasil é a segunda pátria dele’
Durante comemoração dos seus 81 anos nesta terça-feira (27), presidente disse que 'sair do Brasil é vergonhoso'
- AtlasIntel atribui divergência em pesquisas à ‘abstenção atípica’ de eleitor de Lula no 1º turno Jovem Pan · há 3 horas
- Flávio deixar o país é compreensível, diz Sergio Moro Estadão Conteúdo · há 5 horas
- Fachin arquiva três ações ligadas ao inquérito das fake news Estadão Conteúdo · há 5 horas
- EUA concederão visto a Flávio Bolsonaro e sua família Beatriz Manfredini · há 7 horas