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Trump diz que EUA estavam prontos para ‘segunda onda’ de ataques na Venezuela

Apesar disso, presidente americano afirmou que a primeira investida 'foi tão letal' que não foram necessárias ações adicionais

Fernando Keller

donald trump
donald trump DOUG MILLS / POOL / AFP

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado que as forças americanas estavam preparadas para realizar ainda hoje uma “segunda onda” de ataques contra a Venezuela, mas afirmou que a primeira investida “foi tão letal” que não foram necessárias ações adicionais. Trump também destacou a captura bem-sucedida do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cilia Flores.

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Ataque e prisão de Maduro

Trump confirmou neste sábado que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado do país”. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, disse Trump em sua rede Truth Social. O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
A Venezuela disse que os bombardeios dos Estados Unidos ocorridos em várias regiões do país, incluindo a capital, atingiram civis.

“Forças invasoras (…) profanaram nosso solo sagrado nas localidades de Fuerte Tiuna, Caracas, nos estados Miranda, Aragua e La Guaira, chegando a atingir, com seus mísseis e foguetes disparados de helicópteros de combate, áreas urbanas de população civil”, disse o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López.

O general afirmou que estão reunindo “as informações referentes a feridos e mortos diante do ataque vil e covarde” dos Estados Unidos.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou neste sábado que Nicolás Maduro foi preso pelos Estados Unidos e enfrentará um julgamento criminal no país norte-americano. Rubio também disse que, agora que o líder venezuelano foi capturado, não são esperadas novas ações militares dos EUA no país sul-americano.

*Com informações da EFE

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