A ‘mão de Deus’ de Maradona vai completar quarenta anos em 2026
A imprensa esportiva não tem dúvidas de que a Argentina conquistou o bicampeonato, em 1986, no México, graças a Maradona. O gênio do futebol fez toda a diferença naquele ano e o craque se transformou em mito.
A equipe, comandada por Carlos Bilardo, terminou o Mundial de forma invicta:
- Argentina 3×1 Coreia do Sul – fase de grupos
- Argentina 1×1 Itália – fase de grupos
- Argentina 2×0 Bulgária – fase de grupos
- Argentina 1×0 Uruguai – oitavas de final
- Argentina 2×1 Inglaterra – quartas de final
- Argentina 2×0 Bélgica – semifinal
- Argentina 3×2 Alemanha – final
O camisa 10 da Argentina fez cinco gols na Copa e os mais lembrados são os que ele marcou contra a Inglaterra, nas quartas de final, no Estádio Azteca, na Cidade do México. Naquele dia, 22 de junho de 1986, os 120 mil torcedores começaram a ter certeza de que a taça ficaria nas mãos dos argentinos.
Aos seis minutos do segundo tempo, Maradona fez um gol “genial” com as mãos, em uma disputa pelo alto com o goleiro inglês Peter Shilton. Foi a “mano de Dios”, a “mão de Deus”. Mas, três minutos depois, o “Pibe de Oro” deu mostras que não sabia apenas ganhar o jogo na malandragem. O craque pegou a bola no meio-campo e foi driblando os adversários até fazer o segundo gol da Argentina. Foi um dos lances mais fantásticos de todos os tempos. Lineker diminuiu para a Inglaterra aos 36 minutos, o sexto dele na Copa. Apesar da eliminação do time inglês, o jogador não seria mais alcançado na artilharia isolada do Mundial.
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Na semifinal, Maradona marcou os dois gols da vitória contra a Bélgica. Na decisão, o placar de 3 a 2 diante da Alemanha garantiu o segundo título mundial da Argentina. Coube a Maradona, erguer a taça, naquele domingo ensolarado na capital mexicana.
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