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Aluno de 9 anos tem lápis cravado na cabeça por colega em escola municipal de Praia Grande

Menino recebeu atendimento médico e ficará em observação; prefeitura afirma que adotou medidas disciplinares e reforçou ações de prevenção à violência escolar

ia samy

Aluno foi agredido com lápis quando arrumava seus materiais para ir embora
lapis-praiagrande Reprodução/X/@MattyBala

Um menino de 9 anos foi ferido por um colega de classe com um lápis na cabeça dentro da Escola Municipal Mahatma Gandhi, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O caso ocorreu na última terça-feira (19), por volta das 18h, durante o período de aula. Segundo relato da mãe da vítima, o filho já havia mencionado desentendimentos anteriores com o mesmo colega. Na ocasião, a briga começou quando o agressor rasgou a folha em que o menino desenhava. Após uma troca de empurrões e socos, a situação foi contida pelo professor.

No entanto, momentos depois, quando arrumava seus materiais para ir embora, o aluno foi surpreendido pelas costas e atingido com o lápis. A criança foi socorrida por uma ambulância acionada pela escola e levada ao Hospital Irmã Dulce, onde passou por procedimento médico para a retirada do objeto e levou dois pontos. A equipe de saúde recomendou observação por dez dias, já que a ponta do lápis não foi localizada. O menino já teve alta e está em casa, sem dor, mas permanecerá afastado da escola até a cicatrização.

A mãe criticou a falta de comunicação da unidade de ensino, afirmando que só soube da agressão quando chegou para buscar o filho. No dia seguinte, procurou a direção para cobrar explicações e também registrou boletim de ocorrência na Delegacia Eletrônica. O agressor foi transferido de escola.

Em nota, a Prefeitura de Praia Grande, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), lamentou o episódio, repudiou qualquer tipo de violência entre estudantes e informou que prestou socorro imediato à vítima. A pasta afirmou que não havia registros formais de agressões anteriores entre os alunos e que medidas disciplinares estão sendo aplicadas.

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A Seduc destacou ainda que mantém ações preventivas contra a violência nas escolas municipais, como círculos restaurativos conduzidos por pedagogas comunitárias e palestras de psicólogos voltadas a questões socioemocionais. Até o momento, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), o caso não foi registrado pela Polícia Civil.

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Publicada por Felipe Dantas

*Reportagem produzida com auxílio de IA