CNJ cria grupo para avaliar criação do juiz das garantias
O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, determinou nesta quinta-feira (26) a criação de um grupo de trabalho para avaliar a aplicação do mecanismo de juiz das garantias, previsto no projeto anticrime sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro na terça (24).
Com a medida, o CNJ deverá apresentar formas de regulamentação da questão até meados de janeiro de 2020. Pela lei sancionada, a atuação do juiz das garantias começará a valer no dia 23 de janeiro, 30 dias após o ato de sanção da norma.
A lei, aprovada pelo Congresso Nacional, criou a figura do juiz das garantias nos processos criminais. Dessa forma, o magistrado responsável pela condução do processo não vai proferir a sentença do caso. O juiz que atuar na função deverá analisar somente pedidos de prisão, quebra de sigilo bancário e telefônico, busca e apreensão e outras medidas.
Após a sanção, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) afirmou que criação do juiz das garantias é inconstitucional e que vai recorrer ao STF para suspender a aplicação da norma.
*Com informações da Agência Brasil
Assuntos
continue lendo
Brasil
Bebê de 1 ano e meio foge de creche e caminha sozinho até trabalho da mãe em SC
O menino teria percorrido cerca de 50 metros até bater no vidro da porta do local onde a mãe trabalha
- São Paulo pode ter calor de 35°C e pancadas de chuva nesta terça-feira; veja a previsão Estadão Conteúdo · há 4 horas
- Bets têm 1,6 mil sites ilegais identificados no dia seguinte à MP Estadão Conteúdo · há 7 horas
- Homem é preso após confessar ter matado namorado em apartamento em São Paulo Estadão Conteúdo · há 17 horas
- Operação policial na Maré deixa um morto e 10 feridos no RJ Agência Brasil · há 1 dia