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Juventude do Brics debate Energia Nuclear como alternativa sustentável

Durante a Cúpula realizada no Rio de Janeiro, jovens discutem transição energética justa e viável

ia samy

O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim (E), discursa ao lado do presidente da Conferência da Indústria Brasileira, Ricardo Alban (2-E), do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (3-E), e do vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio do Brasil, Geraldo Alckmin, durante o Fórum Empresarial do BRICS no Rio de Janeiro, Brasil, em 5 de julho de 2025. Os líderes do BRICS, reunidos no Rio de Janeiro a partir de domingo, devem criticar as políticas comerciais rígidas de Donald Trump, mas estão tendo dificuldades para superar as divisões em relação às crises que assolam o Oriente Médio. (Foto de Daniel RAMALHO / AFP)
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim (E), discursa ao lado do presidente da Conferência da Indústria Brasileira, Ricardo Alban (2-E), do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (3-E), e do vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio do Brasil, Geraldo Alckmin, durante o Fórum Empresarial do BRICS no Rio de Janeiro, Brasil, em 5 de julho de 2025. Os líderes do BRICS, reunidos no Rio de Janeiro a partir de domingo, devem criticar as políticas comerciais rígidas de Donald Trump, mas estão tendo dificuldades para superar as divisões em relação às crises que assolam o Oriente Médio. (Foto de Daniel RAMALHO / AFP) Foto de Daniel RAMALHO / AFP

Durante a Cúpula do Brics, que está sendo realizada no Rio de Janeiro, a juventude do bloco está debatendo a energia nuclear como uma alternativa viável e sustentável. Alexander Kormishin, que é o diretor da Agência de Energia para a Juventude do Brics, enfatiza que muitos jovens veem a geração nuclear como uma solução com benefícios a longo prazo. Kormishin também destaca que a energia nuclear será um dos tópicos centrais na COP30, programada para novembro em Belém. Ele menciona que foram estabelecidos eixos temáticos relevantes, como o desenvolvimento de pequenos reatores modulares e inovações tecnológicas que promovem a redução de carbono. A preocupação com uma transição energética justa é um ponto importante para a juventude, que se preocupa com o impacto nas famílias e no futuro das novas gerações, especialmente em nações onde a energia convencional ainda é predominante. Os jovens do Brics estão em busca de investimentos e oportunidades para empreendedores, apresentando uma visão distinta em relação à juventude do G7, que está mais focada na crise do gás na Europa.

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Além disso, Kormishin observa que a mudança da matriz energética tradicional para fontes renováveis pode gerar consequências sociais e econômicas, tornando certos grupos mais vulneráveis. A juventude do Brics está engajada em um processo de debate inclusivo sobre segurança energética, onde refletem sobre suas prioridades e compartilham ideias que podem ser adaptadas a diferentes realidades.

publicado por Patrícia Costa

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*Reportagem produzida com auxílio de IA