Corrupção do INSS: seria um novo Petrolão?
Pelo tamanha da cifra desviada, R$ 8 bilhões, suspeito que a corrupção no INSS tenha um aspecto sistêmico. Além do montante, tem um outro fator que corrobora para esta hipótese: a engenhosidade do roubo. O dinheiro era desviado de pensionistas para sindicatos, passando pela anuência de membros do INSS. A pergunta que fica é se os sindicatos eram o destino final ou o dinheiro seguiria das entidades para partidos e políticos? A pergunta é válida, pois, no passado, assistimos a gráficas e empresas de publicidade serem meios de pagamento num engenhoso esquema de corrupção que assaltou os cofres públicos brasileiros.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Não se pode descartas as lições deixadas pelo Mensalão e pelo Petrolão evidenciando o caráter sistêmico da corrupção. Seria muita ingenuidade acreditar que desvios bilionários, envolvendo altos funcionários públicos, dirigentes sindicais e políticos, tenha acabado. Pelo contrário, com a anulação da Lava Jato, a impunidade faz um convite à corrupção sistêmica.
[jp-related-posts ids=”1941186″]