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Alckmin diz que fazer comércio com a China não é incompatível com continuidade do diálogo com os EUA

Vice-presidente voltou a criticar as tarifas impostas pelo governo Trump, movimento que, segundo ele, foi injusto e incompreensível, já que os americanos têm superávit comercial com o Brasil

Fernando Keller

Geraldo Alckmin
54723199818_e1f02cbe4a_k Cadu Gomes/VPR

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (15) que o fato de o Brasil manter laços comerciais fortes com a China não é incompatível com as negociações com os Estados Unidos, que impuseram tarifas de 50% sobre alguns produtos nacionais. “O Brasil quer continuar essa parceria com a China, esse diálogo e essa negociação. Nós vamos continuar a negociação para retomar as exportações aos EUA e o maior comprador do Brasil é a China, isso não é incompatível, pelo contrário: o comércio exterior aproxima os povos e traz ganho de eficiência”, afirmou Alckmin durante a inauguração da fábrica da montadora chinesa GWN no interior de São Paulo, nesta tarde. O vice-presidente voltou a criticar as tarifas impostas pelos EUA, movimento que, segundo ele, foi injusto e incompreensível, já que os americanos têm superávit comercial com o Brasil.

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“O Brasil é bom parceiro e continuará com o diálogo e a negociação”, frisou Alckmin, que foi questionado sobre as declarações do presidente americano Donald Trump, que ontem disse que o Brasil tem sido “horrível” nas relações comerciais com os EUA. Alckmin acrescentou que o País deverá continuar recebendo investimentos importantes e citou que sete montadoras já instalaram fábricas no Brasil nos últimos dois anos e meio.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Fernando Dias

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