Caixa diz estudar potenciais reduções na taxa de gestão do FGTS
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, reafirmou nesta quarta-feira (16) que o banco está aberto para a discussão sobre a redução da taxa de administração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A instituição tem o monopólio na gestão do fundo, e cobra uma taxa de 1% sobre o valor total dos ativos.
“A Caixa está estudando potenciais reduções na taxa de gestão do FGTS. Há tranquilidade para reduzir taxa de gestão do FGTS, mas isso depende do aval do meu chefe, que é o ministro da Economia, Paulo Guedes”, afirmou o presidente da instituição.
Guimarães evitou comentar a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que disse nesta semana que a Caixa “rouba” R$ 7 bilhões por ano dos trabalhadores com a cobrança dessa taxa. “Teremos um gasto de R$ 1 bilhão com a operacionalização dos saques do FGTS”, argumentou.
O presidente da Caixa também preferiu não opinar sobre a possibilidade dos trabalhadores usarem os recursos do fundo para investirem em fundos ou no mercado de capitais.
O relator da medida provisória (MP) que permite o saque do FGTS, Hugo Motta (Republicanos-PB), vai ampliar a forma de aplicação do fundo. “A regulamentação do uso do FGTS para aplicar em fundos em ações cabe ao conselho curador. A Caixa não vai se envolver nessa discussão”, limitou-se a responder.
*Com informações do Estadão Conteúdo
continue lendo
Macroeconomia
Presidente da Faesp critica aprovação do fim da escala 6×1 e fala em riscos ao agronegócio
Meirelles defendeu a melhoria das condições de trabalho, mas disse que qualquer alteração na legislação trabalhista deveria ser precedida de estudos aprofundados
- BC reduz taxa de juros a 13,75% ao ano Júlia Mano · há 4 semanas
- Fecomércio vê impacto relevante no comércio com fim da escala 6×1 Jovem Pan · há 1 mês
- Balança comercial brasileira registra superávit de US$ 7,4 bilhões em agosto Agência Brasil · há 1 mês
- PIB brasileiro tem 5º maior crescimento do mundo no 2º trimestre; leia ranking Agência Brasil · há 1 mês