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Macroeconomia

Inadimplência no Brasil atinge 41,51% da população em novembro

De acordo com a pesquisa realizada pela CNDL e SPC Brasil, maioria dos endividados é composta por mulheres, que representam 51,16% do total

ia samy

Pessoa faz contas na calculadora
closeup-economist-using-calculator-while-going-through-bills-taxes-office Drazen Zigic/Freepik

Uma pesquisa realizada pela CNDL e SPC Brasil revelou que, em novembro, 41,51% da população brasileira estava com dívidas em atraso, o que equivale a aproximadamente 68,62 milhões de consumidores negativados. Esse número representa um aumento de 1,48% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A inadimplência continua a ser um problema significativo para muitos brasileiros.

Entre os endividados, a maioria é composta por mulheres, que representam 51,16% do total. A faixa etária mais impactada por essa situação é a de 30 a 39 anos, com 23,6% dos negativados. Cada consumidor que enfrenta dificuldades financeiras possui, em média, uma dívida de R$ 4.510,82, com um total de 2,11 credores diferentes.

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A pesquisa também revelou que cerca de 30,65% dos consumidores têm dívidas que não ultrapassam R$ 500. Enquanto as obrigações com instituições financeiras aumentaram em 4,60%, as dívidas relacionadas a serviços como água, luz, comércio e comunicação apresentaram uma diminuição. Essa variação nos tipos de dívida indica mudanças no comportamento financeiro dos brasileiros.

A região Centro-Oeste do país registrou o maior crescimento no número de inadimplentes, com um aumento de 6,59%. Em termos de famílias, 29% estavam inadimplentes em novembro, o que marca o maior índice desde outubro de 2023. O economista Luis Vivanco enfatizou a relevância do planejamento financeiro familiar como uma estratégia eficaz para evitar a inadimplência, que pode resultar em juros mais elevados e complicações financeiras adicionais.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Luisa dos Santos