‘BBB 21’: Cientista comportamental revela se Karol Conká está mesmo arrependida; confira

Em entrevista ao Morning Show, Ricardo Ventura afirmou que a rapper possui ‘fortes traços’ do transtorno de personalidade narcisista

  • Por Jovem Pan
  • 25/02/2021 12h33 - Atualizado em 25/02/2021 14h42
Imagem: Reprodução/Morning ShowPara Ricardo Ventura, Karol Conká 'quer reforçar imagem de vilã'

Em entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, nesta quinta-feira, 25, o cientista comportamental Ricardo Ventura analisou a personalidade da ex-BBB Karol Conká, afirmando que a cantora tem adotado uma mudança de posicionamento desde que deixou a 21ª edição do Big Brother Brasil. “Podemos notar que ela insiste em reforçar a personagem de vilã que teria desempenhado no reality show. No entanto, no BBB, é vilão quem faz fofoca, leva e trás e articula o jogo. Ela foi rejeitada porque as pessoas não gostam de seu caráter, o que é muito diferente de ser vilã. Desde que deixou o programa, todas as vezes em que se pronuncia, ela tem escolhido as palavras com muito cuidado. A Karol não é natural, é um produto e seu pedido de desculpas foi ensaiado”, disse.

Segundo Ventura, a artista tem fortes traços do transtorno de personalidade narcisista, um distúrbio no qual a pessoa possui um senso inflado de sua própria importância. “Quando nós somos acometidos por nossas sombras, explodimos, discutimos e nos arrependemos em seguida. O narcisista não sente remorso, é um primo próximo do psicopata. Gosta de humilhar, pisar e não aceita enxergar ninguém em posições superiores à sua. Tanto que, quando a Juliette, o Lucas e o Gil começaram a se destacar no reality show, a Karol fez de tudo para acabar com eles. Nenhum participante gostava dela, todos tinham medo e respeitavam sua presença.”

Karol Conká foi eliminada do “BBB 21” nesta terça-feira, 23, com a maior porcentagem de votos da história do programa, alcançando 99,17% de rejeição. Para o psicanalista, existem três maneiras da rapper lidar com a grande desaprovação do público. “Ela pode enfrentar caminhos muito difíceis. O primeiro deles é olhar para a situação crítica, assumir a postura de má e nem ligar para o que estão falando dela. A segunda é olhar para o abismo, encarar a dor e se jogar nele. Se ela passar pela fase de dor e sofrimento, por último, pode buscar mudança. A gente só busca a mudança se tivermos sentido muita dor e sofrimento”, concluiu.

Confira a análise completa de Ricardo Ventura: