Pochettino admite ter que melhorar rendimento do PSG: ‘A orquestra deve estar afinada’

O comandante, por outro lado, afirmou que algumas de suas estrelas não estão no melhor momento de suas carreiras, citando Sérgio Ramos, Lionel Messi e Neymar

  • Por Jovem Pan
  • 06/10/2021 12h06
EFE/EPA/IAN LANGSDONMaurício Pochettino orientando Verratti durante partida do PSG

O treinador Maurício Pochettino, do Paris Saint-Germain, tem um elenco recheado de craques à disposição, podendo contar com Lionel Messi, Kylian Mbappé, Neymar e tantos outros. O time parisiense, no entanto, ainda não encantou neste início de temporada 2021/22, sofrendo para vencer partidas contra adversários mais fracos e sofrendo um revés diante do Rennes, no último final de semana. Em entrevista ao o programa Mundo Valdano, do jornalista espanhol Jorge Valdano, o técnico argentino reconheceu que precisa fazer a equipe melhorar. O comandante, por outro lado, afirmou que algumas de suas estrelas não estão no melhor momento de suas carreiras. “Talvez a realidade de Sergio Ramos seja diferente da de 2014 ou a de Messi e Neymar. Esses jogadores são grandes campeões, mas devem se acostumar com a realidade. Todos sabem que foram os melhores, mas devem estar em seus níveis. Se conseguirem se recuperar, iremos brigar por qualquer coisa. Mas a luta está em encontrar a melhor versão de cada um. A orquestra deve estar afinada”, disse.

Na entrevista, Pochettino também exaltou o seu relacionamento com Neymar, parabenizando o brasileiro por sua conduta no dia a dia. “Ele tem um ótimo relacionamento com todos. Ele tem um ótimo coração. Na intimidade ele é sensível, ele gosta de abraçar as pessoas. Ele tem uma boa essência. Então ele tem aquele impulso competitivo, de rua, selvagem, mas ele é um cara fabuloso”, afirmou Pochettino, defendendo o camisa 10 da equipe francesa, que vem passando por um momento conturbado neste início de temporada. O treinador também comemorou a chegada do compatriota Lionel Messi ao grupo. “É uma figura mundial. Provavelmente o melhor de todos os tempos. Ter o ‘Leão’ era uma dádiva de vida. Ninguém esperava o seu fim em Barcelona, nem mesmo ele. Criou uma grande expectativa em Paris e no mundo inteiro. Gosto da sua naturalidade e da sensação de que ele tem que retribuir o carinho que recebeu”, apontou.