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Futebol

Por que o domínio da Seleção Brasileira sobre as rivais diminuiu tanto? Entenda

Comentaristas da Jovem Pan debatem o fim da hegemonia brasileira, o impacto da evolução tática europeia e como o 'complexo de cinco estrelas' cega o torcedor para a realidade atual

Sarah Américo

Carlo Ancelotti , durante partida Brasil x Chile. O Maracanã recebe nesta quinta (4)
BRASIL X CHILE Marcelo Cortes/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O futebol brasileiro atravessa um de seus ciclos mais conturbados. Com eliminações sucessivas para seleções europeias em Copas do Mundo e um aproveitamento que mascara a realidade em amistosos, a pergunta que fica é: o que aconteceu com a “potência dominante”? Para os comentaristas da Jovem Pan, Mauro César Pereira e Bruno, a resposta passa por uma mistura de soberba brasileira e uma evolução sem precedentes dos adversários.

Para Mauro César Pereira, grande parte do pessimismo — ou da surpresa negativa — do torcedor vem de uma narrativa alimentada pela imprensa, que ele define como “Pachequismo” (o patriotismo acrítico). “O torcedor é iludido por uma imprensa do ‘oba-oba’. Fala-se muito em hexa e pouco de forma fria. O Brasil não é dominante como era antes”, afirma Mauro.

O Raio-X do Fracasso Recente

  • 2006: Eliminação para a França (Quartas).
  • 2010: Eliminação para a Holanda (Quartas).
  • 2014: Humilhação contra a Alemanha (Semifinal) e derrota para a Holanda (3º lugar).
  • 2018: Eliminação para a Bélgica (Quartas).
  • 2022: Eliminação para a Croácia (Quartas).