Muricy exime Rogério de falha e culpa “desatenção” da defesa no gol

  • Por Jovem Pan
  • 03/08/2014 10h34
SÃO PAULO, SP, 02.08.2014: SÃO PAULO-CRICIÚMA - Torcida durante a partida - Partida entre São Paulo e Criciúma, válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, partida realizada no estádio do Morumbi, em São Paulo, neste sábado (2). (Foto: Reginaldo Castro/Folhapress)São Paulo sai na frente

O empate contra o Criciúma por 1 a 1 no Morumbi teve um gosto amargo para o São Paulo, que ficou a 9 pontos do líder Cruzeiro. Pior ainda pelo modo como se deu o resultado, com uma falha de Rogério Ceni nos momentos finais da partida. O técnico Muricy Ramalho eximiu o goleiro da culpa, afirmando que o gol foi uma falha geral da defesa.

“Ali (no gol) é uma falha de todo mundo. É uma falha do time, não é uma falha individual”, disse Muricy.

“A gente treina essa jogada e na hora toma o gol, isso é falta de atenção. Se você não treina não tem como reclamar de nada, mas quando toma um gol no que eu acho que era a única chance deles, a bola parada, porque o Rogério só fez uma defesa boa no primeiro tempo, não pode levar gol. A gente não pode ficar dentro do nosso gol como ficamos, é falta de atenção”, completou.

O treinador ainda defendeu o atacante Alexandre Pato, que apesar de ter criado boas chances, não conseguiu marcar e ouviu as arquibancadas do Morumbi gritar pelo nomes de Luis Fabiano.

“Nossos dois atacantes trabalharam muito, principalmente o Pato, e isso deixou a gente satisfeito, porque nos outros jogos a criação ofensiva, mais perto da área, era muito pouca. Apesar disso, claro que a gente não fica feliz pelo resultado. Melhorou, mas não ficamos satisfeitos”, explicou o comandante tricolor.

Apesar do resultado negativo, Muricy ainda destacou a evolução da equipe, que ao menos criou mais oportunidades do que na derrota da equipe contra a Chapeconse por 1 a 0, também no Morumbi.

“O time acho que se portou bem. Foi consistente, teve a posse de bola. Não teve as duas linhas marcadas porque quando jogam com dois caras abertos no Morumbi se a gente marca os dois terminamos o jogo mortos. Mas hoje teve variações, os jogadores entraram na área, criaram oportunidades. Foi o que a gente pensava o que ia acontecer. Não foi um time ‘marcável’ como na última vez aqui contra a Chapecoense”, analisou.