JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Equador x Guatemala | 16h30 - 19h00
Mundo

Costa Rica oferece asilo a María Corina e Edmundo González

Apesar da proposta, líder expressou sua gratidão, mas reafirmou sua decisão de permanecer na Venezuela para lutar ao lado do povo

ia samy

A Costa Rica anunciou a oferta de asilo político ao candidato opositor da Venezuela, Edmundo González, e à líder María Corina Machado, conforme revelou o chanceler Arnoldo André. Apesar da proposta, Corina expressou sua gratidão, mas reafirmou sua decisão de permanecer na Venezuela para lutar ao lado de seu povo. O chanceler André destacou que a Costa Rica está aberta a conceder asilo a todos os que enfrentam perseguições políticas na Venezuela. Ele justificou a oferta mencionando ordens de prisão emitidas contra os dois opositores, evidenciando a gravidade da situação no país. Após as recentes eleições na Venezuela, o Centro Nacional Eleitoral divulgou que Nicolás Maduro recebeu 51,2% dos votos, enquanto Edmundo González obteve 44,2%. No entanto, a oposição contestou os resultados, alegando que houve fraude. Essa contestação gerou uma onda de protestos em diversas cidades, resultando em quase 750 prisões e a morte de pelo menos 11 manifestantes, além de um membro das forças de segurança.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

A comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos, a ONU e a União Europeia, fez apelos para que as forças de segurança respeitem o direito à liberdade de protesto. Em contrapartida, as Forças Armadas do país reafirmaram sua lealdade a Maduro, caracterizando os protestos como uma tentativa de golpe de Estado. O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, não hesitou em pedir a prisão de Maria Corina Machado e Edmundo González, afirmando que não se deve dialogar com o que ele chamou de “fascismo”. A situação política na Venezuela continua tensa, com a oposição enfrentando uma repressão crescente e a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos.

Publicado por Luisa Cardoso

[jp-related-posts ids=”1675103,1674642″]

*Reportagem produzida com auxílio de IA

Assuntos